Também são chamadas mancadas, gafes, fiasco.
É preciso estar atento, o tempo todo, para não cometê-las:
Nilza era apaixonada por determinado jogador do Hercílio Luz. Puro amor platônico, pois não era correspondida, isto apesar de viver “rodeando” o bonitão. Mesmo assim presenteou-o com uma vistosa camisa. Dias depois, encontrou uma amiga sua portando a tal da inconfundível camisa. Imagine-se a encrenca...
Nilton era um ferroviário mulherengo. Não podia ver mulher. Certa feita, ao chegar ao portão, na hora do almoço, viu, já de costas, uma bela mocinha que passava pelo portão e não se conteve, dizendo em voz alta: “Que linda bundinha!”
Olhando por cima do ombro, a passante respondeu: “Que é isso, pai?” Só então ele reconheceu a sua própria filha.
César não perdia uma oportunidade para “gozar” seus amigos. Um dia, se deu mal ao perguntar maldosamente para um amigo:
“Onde você comprou essa camisa tinha para homem?”
A resposta foi fulminante: “Por quê? Você queria comprar uma para o seu?”
José sempre foi um péssimo fisionomista. Fora apresentado a um cavalheiro e, por confundi-lo com um estranho, passou a cumprimentar os dois. Desvanecido, o desconhecido respondia amavelmente o cumprimento.
Foi somente muito tempo depois que José, ao encontrar os dois juntos, se deu conta de que eles não eram um só.
Teixeira entrou em um determinado escritório da cidade e foi logo cumprimentando: “Como você vai, Fazem?” A resposta foi imediata e educada: “Eu sou o Tem. O Fazem está na sala ao lado.
Quem manda terem o nome quase igual?
Silveira casou-se já um tanto “maduro”, com uma linda loura de olhos azuis, europeia, que contava com quinze anos menos do que ele.
Certa feita, ao entrar em uma loja do bairro onde residia há pouco tempo, o lojista não conteve um comentário: “Que bonita que é aquela sua filha...”
Silveira ficou furioso.