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Padrasto é condenado a 62 anos por estupros

Homem ainda ameaçava repetir crime contra irmãs mais novas de uma das vítimas

15/02/2023 06:00

Um padrasto foi condenado a mais de 62 anos de prisão pelos estupros de duas enteadas. Os crimes foram praticados em casa, em Garopaba, entre 2011 e 2019, informou a Justiça.


De 2011 a 2015, o condenado praticou o estupro de vulnerável contra a enteada que tinha seis anos na época. Conforme a sustentação do Ministério Público de Santa Catarina, o homem praticava os atos libidinosos por meio de sexo oral e de carícias nas partes íntimas da vítima.


Já entre 2013 e 2017, também na residência da família, o padrasto praticou estupro com sua segunda enteada, que tinha dez anos. De 2017 até 2019, o réu passou a ameaçar a então adolescente para que ela não deixasse de satisfazer suas vontades ou faria o mesmo com as irmãs mais novas das vítimas, que moravam na mesma casa.


O crime veio à tona apenas em 2021, quando a mãe das vítimas se separou do homem, que passou a descumprir medidas protetivas de urgência decretadas por causa das ameaças que ele fazia contra as adolescentes.


Em depoimento, a mãe relatou que só ficou sabendo das práticas após a separação. Só após esses fatos, a irmã mais velha se encorajou a contar todo o ocorrido, seguida da irmã mais nova, que também se manifestou.


Nesta semana, o padrasto foi condenado em duas ações penais públicas a cumprir duas penas de 31 anos, um mês e dez dias de reclusão em regime fechado. O réu já estava preso preventivamente e teve negado o direito de recorrer em liberdade. 

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