Portal AHora/DS Dois assaltos violentos foram registrados em menos de uma hora em Imbituba. Um casal foi feito refém dentro da própria casa, e um posto de combustíveis foi também alvo dos criminosos.
Para a polícia, a investigação aponta que os crimes têm a mesma autoria, e o grupo faz parte de uma quadrilha que atua na região da Amurel.
O primeiro assalto foi registrado na madrugada de ontem, por volta das 2h20, em um posto de combustíveis no bairro Alto Arroio. Segundo informações da Polícia Militar (PM), um vigilante, de 51 anos, fazia a segurança do local quando foi rendido por quatro homens armados e encapuzados.
Para a polícia, ele relatou que os ladrões arrombaram a porta da conveniência e seguiram em direção ao escritório, onde recolheram o cofre. Logo depois, fugiram em direção à BR-101. O vigia não soube informar o modelo do veículo utilizado pelos criminosos.
Ainda em Imbituba, cerca de 20 minutos depois, um crime semelhante foi registrado. Desta vez, um casal ficou refém de homens armados. A ocorrência foi registrada às 2h40, no bairro Sambaqui. Conforme informações da Polícia Militar (PM), a vítima, um homem de 61 anos, relatou que três homens armados e com os rostos encobertos invadiram o local e anunciaram o assalto.
Uma das vítimas relatou ter escutado um barulho alto. Assustada, foi ver do que se tratava, quando se deparou com os homens armados já dentro de casa. Eles arrombaram a porta e, quando viram o dono da residência, anunciaram o assalto.
O homem e a esposa foram amarrados. Em seguida, o trio fugiu levando aparelhos eletrônicos e um Renault Sandero, encontrado ontem durante o dia, o qual deverá passar por perícia, na tentativa de identificar os ladrões.
Casos têm ligação, diz delegado
Conforme o delegado de Imbituba, Juliano Baesso, ambos os crimes podem ter a mesma autoria. “Pelo que já apuramos, os assaltos podem ter sido cometidos pelas mesmas pessoas. Ainda não temos suspeitos, mas acreditamos que os ladrões estão ligados a uma quadrilha que tem atuado na região da Amurel e tem cometido assaltos semelhantes, ou seja, com o mesmo modus operandis”, comenta o delegado.
Daiane Fernandes