A polícia da região continua fiscalizando o decreto que impede a abertura do comércio não listado pelo governo do Estado como essencial. Em Braço do Norte, uma barbearia do Centro da cidade precisou ser fechada pela PM. Em Jaguaruna, a polícia notificou uma empresa de materiais de construção, no Camacho, e um restaurante em balneário Esplanada.
Segundo o tenente Eduardo Bronchtein, comandante do Pelotão de Jaguaruna, grande parte da população tem respeitado o período de quarentena. “No início, em razão do desconhecimento do decreto por parte do comércio, tivemos que orientá-los a fechar as portas, desde que não se enquadrassem como atividade essencial. Com relação às praias, a mesma situação: no primeiro dia, algumas pessoas acreditavam que era possível permanecer nas praias, mesmo sem aglomero, mas no dia seguinte já estavam respeitando as determinações”, explica o tenente, ressaltando que as praias continuam restristas.
A prefeitura também disponibilizou carros de som para alertar os moradores a respeito do decreto e da quarentena.
Oito mil intervenções
Segundo a PM, até a última segunda-feira a polícia fez mais de oito mil intervenções em todo o Estado. E dessas, apenas 7% resultaram em algum tipo de interdição ou termo circunstanciado contra o responsável pelo estabelecimento.