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Obras da Ivane Fretta estão 84% concluídas

26/01/2019 06:00

As obras na rodovia Ivane Fretta Moreira, em Tubarão, já estão 84% concluídas. A previsão é de que ela seja entregue no primeiro semestre de 2019.


O Departamento Estadual da Infraestrutura (Deinfra) informou que as obras do Contorno Viário de Tubarão – rodovia Ivane Fretta Moreira – seguem em andamento, de acordo com o cronograma. Segundo o Deinfra, já foram concluídas as obras do viaduto, da ponte e as passarelas. A obra possui 4,5km de extensão.


Em dezembro, a previsão do engenheiro Severino Soares Silva, da Esse Engenharia e Consultoria, responsável pela supervisão da obra, foi de que até junho a rodovia deverá ser inaugurada. “Mas este prazo até pode ser antecipado, caso o tempo colabore”, disse em uma apresentação técnica da obra no final do ano passado.


Ainda no final do ano, o então governador Eduardo Pinho Moreira  afirmou querer deixar este legado para Tubarão e região, já que a obra começou em seu governo e leva o nome da tubaronense Ivane Fretta Moreira, com quem Eduardo foi casado, e que faleceu em 2013.


“Venho dizendo que Tubarão é a bola da vez. Cortada pela BR-101, a proximidade com o porto e com o aeroporto, com caráter de grande centro comercial e de referência em Saúde, a cidade agora também deve se desenvolver industrialmente. E a inauguração da rodovia Ivane Fretta Moreira será, sem dúvida, a mola propulsora. É uma obra de grande complexidade e que trará um grande crescimento para toda a região”, disse em dezembro.


Obra iniciou em 2014

A construção da rodovia iniciou em agosto de 2014. A estrada terá 4,5 quilômetros, com quatro faixas de rolamento de 3,5 metros cada; ciclovia nos dois lados da pista, com 2,5 metros; além de canteiro central; viaduto próximo à SC-370; trevos; e uma ponte de 60 metros de comprimento; além de uma passarela estaiada. Na apresentação técnica da obra, em dezembro, o engenheiro da Esse Severino Soares Silva explicou que houve dois grandes desafios. O primeiro deles foi o próprio terreno, que possuía solo mole. “Foram 47 metros de solo compressível que precisamos aterrar. Este é um trabalho muito difícil de engenharia. Utilizamos uma tecnologia europeia que é inédita em uma obra no país. Outro problema que enfrentamos no meio do caminho foram as chuvas. A cada dia de chuva, são três perdidos na obra”, explica.

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Micheline Zim

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