Manter todas as ações, ampliar o projeto da Escola de Atendimento e prestar uma assessoria em RH são algumas das metas traçadas por Rafael Gomes Silvério, que assume a presidência da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tubarão a partir do dia 1º de janeiro, substituindo Harrison Marcon Cachoeira. Mas todas as ações para 2020 estarão sendo definidas em planejamento estratégico, que será feito já em janeiro.
Rafael, de 34 anos, assume com o DNA da CDL no sangue, com seu pai Luiz Alberto Silvério tendo sido presidente na gestão de 1995 a 1996. Com isso, a CDL Tubarão terá pela primeira vez o filho de um ex-presidente na direção da entidade.
“O desafio será dar sequência à excelente gestão do presidente Harrison. Vamos trabalhar para atingir as metas e buscar agregar mais resultados”, avalia.
“Nossa bandeira continuará sendo a da capacitação, buscando sempre incentivar a prática do diferencial no atendimento. Preço e produto, a gente encontra muito igual. Mas o atendimento tem que ter um diferencial”, pontua.
Hoje, segundo Rafael, existe uma grande concorrência entre a internet e as lojas físicas, que não pode ser ignorada. “Me colocando no lugar do consumidor, seu eu for a uma loja e for bem atendido, vou preferir comprar nela, e com certeza voltarei a fazer compras ali. Isto é fidelizar clientes”, analisa.
Dentro do que se pretende implementar, Rafael destaca uma assessoria em RH. Segundo ele, a maioria das lojas são empresas familiares e não possuem um setor de gestão de pessoas estruturado. A ideia, explica, é que a CDL preste este tipo de assessoria que irá atender na questão do recrutamento, seleção e treinamento. Para ele, esta assessoria também vai fortalecer o processo de qualificação.
Prespectivas
Na avaliação do novo presidente da CDL, apesar de ainda serem enfrentadas algumas dificuldades em relação à economia, 2019 pode ser considerado um bom ano para o setor varejista. O ano de 2020 vem com a renovação de melhorias na economia, especialmente centrada na tão aguardada reforma tributária. “Os encargos pesam muito nos nossos custos, e isto tem que ser repassado aos clientes. Se houver redução nas taxas, as empresas terão um melhor desempenho, e os clientes sairão ganhando”, conclui.