Pelo menos 220 mil jovens católicos de 155 países estão participando da Jornada Mundial da Juventude, no Panamá. Peregrinos e um voluntário da região de Tubarão também estão presentes no evento, que começou na terça-feira e segue até domingo.
“O clima aqui é de festa e alegria”, conta Felipe Antunes Mendes. Felipe tem 29 anos e mora no Km 60, em Tubarão. Esta é a segunda vez que o peregrino participa da JMJ. A primeira vez foi em 2013, quando o evento aconteceu no Rio de Janeiro. “Desde que o papa Francisco chegou, os peregrinos esperam nos corredores para o momento de saudação. É muita gente de várias partes do mundo e também do Brasil”, relata Felipe.
O papa Francisco chegou ao evento na quarta-feira, e segue no Panamá até o fim da Jornada, quando retorna ao Vaticano. Em sua sétima viagem à América Latina, o papa se reuniu ontem com autoridades do governo do Panamá e com os bispos do país. Ezequiel Henrique Selhorst Philippi, de Braço do Norte, é outro jovem da região que está da JMJ. Ele é um dos voluntários que ajudam na organização da jornada e pôde ver, de perto, o papa argentino.
“Foi uma sensação única, indescritível, uma emoção jamais sentida, só estando perto para saber, foi algo que não se explica, se sente. É como se a presença de Deus física estivesse passando entre nós”, explica Ezequiel.
Além de participar do evento, o grupo de peregrinos de Tubarão está ajudando a divulgar o nome da beata Albertina Berkenbrock. Bandeiras com a imagem e o nome da beata foram feitas. Panfletos com a oração dela, em várias línguas, também foram confeccionados e estão sendo entregues aos jovens católicos que participam da 34ª edição da Jornada Mundial da Juventude.
Fé e trabalho na JMJ
A JMJ tem o intuito de celebrar a fé em Jesus Cristo e mostrar o rosto jovem da igreja. “Está sendo incrível, temos um encontro conosco, com Cristo e com pessoas de diversos países. É uma energia muito boa sentir o mundo a sua volta. O trabalho de voluntário é uma experiência para a vida. Conhecer pessoas, fazer amigos, ajudar o próximo, e as nações. A sensação que se tem é de fazer parte do maior evento jovem do mundo como um porta-voz, ajudando na organização e realização do evento”, pontua Ezequiel.