Com o retorno das aulas presenciais e diante da presença da variante Delta, a Dive enviou alerta com medidas a serem adotadas e intensificadas nas instituições de ensino. As condutas vão desde regras para o uso de ventiladores até mesmo a reserva de salas para isolamento e o treinamento de profissionais para conduzir as ações ao identificar alunos com sintomas gripais.
No documento está destacado que, dos 63 casos confirmados, 26 transmissões ocorreram dentro do Estado e sete foram importadas. Há ainda 30 casos em investigação.
Diante deste cenário, a Dive alerta para os protocolos que devem ser tomados frente aos casos suspeitos e confirmados. O órgão sugere que as escolas invistam em esforços para identificar e notificar as infecções. Os comitês municipais devem exigir que as instituições que ainda não homologaram o plano de contingência o façam sob risco de paralisação.
Os planos devem prever a comunicação de sintomas e o monitoramento diário de trabalhadores e alunos com síndrome gripal. Estas ações devem ser conduzidas por profissionais selecionados que devem ser treinados como pontos focais.
Uma das orientações da Dive é que os casos de síndrome gripal sejam afastados e encaminhados ao serviço de saúde.
Já aqueles confirmados com covid-19 devem ficar fora das escolas por um período de dez dias após os sintomas e retornar após, pelo menos, 24h sem febre ou sintomas respiratórios que tenham apresentado.