Notícia é de que acusada de matar a própria filha segue na lista da Interpol
O caso que chocou Tubarão em dezembro de 2014 voltou a ganhar repercussão estadual. Uma reportagem publicada pelo G1 Santa Catarina destacou que Silvana Seidler, apontada pela investigação como autora da morte da filha de sete anos e da ocultação do corpo, continua foragida e é a única mulher de Santa Catarina incluída na lista de procuradas da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).
Além de constar na relação da Interpol, Silvana também é a única mulher na lista de foragidos da Polícia Civil de Santa Catarina. No Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), há um mandado de prisão preventiva expedido em novembro de 2022 pelo Juizado Especial Criminal e de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Tubarão. O processo, que apura os crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, corre em segredo de Justiça.
Natural de Capão da Canoa (RS), Silvana foi vista pela última vez após prestar esclarecimentos à Polícia Civil sobre o então desaparecimento da filha. Segundo a investigação, ela deixou a delegacia antes do fim do depoimento e nunca mais foi localizada.
O corpo da menina, Carol Seidler Calegari, foi encontrado na noite de 22 de dezembro de 2014 em um cômodo nos fundos da residência da família, escondido em uma caixa de brinquedos e coberto por roupas. Conforme concluiu o inquérito policial, a criança foi morta por asfixia.
A investigação apontou Silvana como única responsável pelo crime. A conclusão foi baseada em laudos periciais, depoimentos, medidas sigilosas de investigação e outras provas reunidas durante o inquérito.