A governadora em exercício ressaltou que o Estado está engajado no combate à dengue
A governadora do Estado em exercício, Marilisa Boehm, assinou na manhã de quinta-feira o decreto emergencial epidemiológico em razão da infestação do mosquito Aedes aegypti em Santa Catarina.
O elevado número de municípios infestados pelo mosquito Aedes aegypti; o elevado número de casos prováveis de dengue notificados quando comparado ao mesmo período de 2023; o registro de óbitos em decorrência da dengue e a ocorrência de eventos que apresentam potencial risco de extrapolação da capacidade de resposta, bem como de saturação do Sistema Único de Saúde (SUS) sob a direção municipal e estadual são as justificativas para que o governo do Estado lance mão do instrumento.
A governadora em exercício ressaltou que o Estado está engajado no combate à dengue. “Vamos vencer essa doença. Precisamos agora é a ajuda da população, sem essa ajuda não conseguiremos vencer o mosquito da dengue. Temos que estar irmanados para combater o mosquito da dengue, então, eu peço a toda a população a máxima colaboração”, diz.
Além da assinatura do decreto de emergência, foram apresentadas as peças da campanha de comunicação do governo do Estado, que passou a ser veiculada nesta semana nas mídias on-line e off-line, como TV aberta e fechada, rádios, terminais, sites, jornais, redes sociais, busdoor, painéis externos, entre outros.
“O aumento de casos em relação ao ano anterior e o elevado número de municípios infestados pelo Aedes aegypti, a ocorrência de óbitos pela doença fazem com que seja necessário esse momento de mobilização”, enfatiza secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto.
Importância do decreto
Conforme a secretária de Saúde, “a importância de um decreto de emergência é facilitar as ações do governo do Estado em apoio aos municípios, para que a gente consiga ter um melhor controle do mosquito e também um atendimento adequado e rápido dos casos, que a gente sabe que é a hidratação adequada desde o primeiro momento do diagnóstico, diminuindo a evolução para casos graves e mortes”.