Pablo Vaz/DS Uma tubaronense, promessa do skate nacional, precisa de apoio para competir em um dos principais campeonatos da modalidade, que acontece em maio, nos Estados Unidos.
Érica Beatriz Dal-Bó Leguizamon, de 13 anos, foi chamada para participar da Dew Tour, na cidade de Des Moines, em Iowa. Para que a jovem possa viajar e treinar com a seleção brasileira de skate, a família busca apoios e patrocínios. O campeonato vale pontuação para as Olimpíadas de Tóquio.
“Érica já conta com apoio para a preparação, de médico e academia, mas não conta com patrocínio. Somos nós que damos esse suporte financeiro e, nessa competição, o valor está bem fora do que a gente consegue arcar”, explica a mãe, Débora.
Érica acaba de voltar do Rio do Janeiro, onde participou de uma série de gravações para o Canal Off, da Globo. Ela já competiu em diversos campeonatos importantes, entre eles o STU. Desde que participa do circuito profissional, ela já ficou quatro vezes entre os finalistas.
“O sonho dela é esse, de ser uma atleta profissional, viver do esporte e representar nosso Estado e nosso país em competições ao redor do mundo”, ressalta a mãe. Quem puder ajudar a Érica pode entrar em contato com a jovem pelo Instagram @ericask8 ou com a família, pelo telefone (48) 99137-2756. Depósitos também podem ser feitos através do Pix em nome do pai, Matias Leguizamon, no CPF 008.921.669-59.
PAIXÃO NA FAMÍLIA
A paixão de Érica pelo skate nasceu dentro de casa, já que o pai sempre gostou de surfar e andar de skate. A participação em competições teve início há quatro anos e o que chama a atenção é que ela compete em provas abertas, sem a divisão por idade. Isso faz com que ela participe de torneios com pessoas mais velhas e, muitas vezes, até mais experientes. Mas isso não a intimida, pelo contrário. Atualmente, a família mora em Garopaba e a jovem está no 9º ano do ensino fundamental. Segundo a mãe, Érica sempre conseguiu conciliar bem as aulas e o esporte. “Antes da pandemia era até mais difícil, porque ela perdia alguns trabalhos, mas a gente sempre estava em contato com a escola. Agora, com a diminuição das competições e com as aulas remotas, ela lida melhor com essa questão”.