Continuam abertas as inscrições para a sétima edição do Pedalando pela Vida, que acontece no dia 29 deste mês, em Gravatal. O passeio ciclístico une a prática esportiva com a importância da doação de sangue e deve reunir, neste ano, cerca de 600 participantes.
O projeto não é competitivo, mas sim uma forma de reunir os amantes do ciclismo com a atitude de salvar vidas através da doação sanguínea. No ano passado, mais de 500 pessoas estiveram no balneário de água termal para participar do evento. Quem se inscreve, além de pagar a taxa para fazer parte do passeio, precisa doar sangue ou indicar outras duas pessoas que possam fazer a doação.
A idade mínima para participar é de dez anos e as inscrições seguem até o dia 19 pelo site www.riscozeroadventure.com.br. A largada será às 8h30 e o trajeto conta com 40 km, passando pelo interior da região. “Como não é uma competição, a gente não coloca um tempo mínimo ou máximo para o projeto. Vai de como a pessoa quer aproveitar o circuito. O principal objetivo é fazer com que as doações de sangue se tornem mais frequentes e que mais vidas sejam salvas através do Pedalando pela Vida”, conta Thiago Deodato Pereira, um dos organizadores do evento.
Segundo Thiago, a ideia do evento surgiu aqui mesmo na região e, atualmente, é compartilhada por outros 50 municípios do país. “Muita gente nunca doou sangue e acaba doando pela primeira vez por conta do evento. Outros participantes criam o hábito e continuam fazendo a doação, independentemente se é ou não para o projeto”, explica Thiago.
Gesto importante
Além dos ciclistas que participam do Pedalando pela Vida, o projeto conta com a ajuda de instituições, incluindo a Polícia Civil de Gravatal. O escrivão Walker Mendes Cardoso (na foto ao lado) conta que, mesmo quem não pedala, também acaba apoiando a causa.
“Gravatal é cortada por uma rodovia bastante movimentada. Já tivemos muitos registros de acidente, inclusive com ciclistas envolvidos. Por isso, aproveitamos o Pedalando pela Vida para divulgar campanhas de educação no trânsito, unindo o útil ao agradável”, explica Walker.
Guilherme Corrêa