Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a ocasião.
“Hoje, com sinceridade, eu acordei com uma vontade de cuidar de mim. Me levar para um passeio, sem pisar o pé no freio, sem pensar no fim.
Arrumar minhas gavetas, botar tinta na caneta do meu coração. Escrever um “eu me amo” cada vez que a voz do mundo me disser um não.
Ler um livro, colher flores, pra te dar quando tu fores flor no meu jardim. Animar essa pessoa, que andou vagando à toa, mas que mora em mim.
Quando eu mudo, o mundo muda e cai na minha dança. Se eu mexo no meu mundo, o resto se balança, muda tudo o tempo todo, feito uma criança. O que não muda nesse mundo é somente a mudança”.
Certamente o compositor e cantor de forró pernambucano Flávio Leandro, autor da música “Mudança”, que abre este texto, já acordou assim, com vontade de cuidar de si. E, talvez, você, meu leitor, minha leitora, também.
Que tal acordar assim? Com essa vontade mansa, quase tímida, de cuidar da gente?
Que tal pegar a gente mesmo para passear? Como quem pega pela mão alguém querido e diz: “vem, o dia é nosso”? Sem pisar no freio, sem fazer contas sobre onde isso vai dar.
Que tal abrir algumas gavetas internas? Aquelas bagunçadas, com lembranças fora do lugar, culpas amassadas, sonhos guardados em caixas erradas? Não precisa jogar nada fora. Apenas dobrar com cuidado. Há coisas que não precisam desaparecer, só precisam de ordem para não doer tanto.
E a caneta do coração? Aquela que às vezes falha por falta de tinta? Que tal reabastecer? Não com pressa, nem com pensamentos complicados demais. Só o suficiente para escrever o que andava esquecido. Um bilhete simples, desses que cabem no bolso: “eu me amo”.
Amar a si mesmo não é um gesto grandioso. É cotidiano. Está no passeio sem destino, na pausa sem culpa, na gentileza que a gente oferece quando erra. É escrever “eu me amo” não quando tudo dá certo, mas principalmente quando não dá.
Essa é fácil
- Me responda: o que é um terapeuta?
- São 1024 gigapeutas...
A vida cobra
Nos anos 80, Maradona usava uma camiseta com a frase: “Não às drogas”. Platini, outro famoso jogador, usava os dizeres: “Não à corrupção”. Já Pelé, nosso mais famoso craque, na comemoração de seu milésimo gol, pediu: “Ajudem as crianças”. Algum tempo depois, Maradona teve uma overdose, Platini foi preso por corrupção e Pelé negou-se a conhecer a própria filha. Palavras, o vento leva; atitudes permanecem e exemplos arrastam.
Querendo
O homem foi criado para servir ao próximo. O problema é que ninguém está querendo ser o homem, só o próximo.
Mente
“Somente uma mente educada pode compreender um pensamento diferente do seu, sem precisar aceitá- lo”. Aristóteles (Viagens da Alma).
Vó Vera
A querida Vera Lúcia da Silva, que está celebrando mais um ano de vida nesta sexta-feira, recebe o carinho dos amigos e da família. Parabéns!
Jackson
Sexta-feira de festa para o empresário Jackson Schneider Nunes, que faz aniversário e celebra com a esposa, Raquel, e a família. Parabéns, irmão!
Alessandro
Na imagem, um grande comunicador, narrador de grandes eventos, que ainda recebe cumprimentos pelo aniversário celebrado ontem. Parabéns, Alessandro Neves! (O outro é aquele... como é mesmo? Ah, o Galvão!)
Celebrando
O vascaíno gente boa (desculpe a redundância) Juninho Alves, que celebra aniversário neste sábado. Parabéns, garoto!
Frase solta, que deveria estar presa:
“Como sou pouco e sei pouco, faço, por inteiro, o pouco que me cabe.”