A colocação de película em vidros de automóveis, com a finalidade de escurecê-los, está se generalizando.
Uma lei estabelece máximos de graduação segundo a posição do vidro a ser escurecido (frente, lado, vidro traseiro), mas, como era de se esperar, aqui no Brasil, tal limite é burlado, o que pode causar acidentes pela visualização deficiente por parte dos motoristas.
Por que usar película?
Uma justificativa, além do conforto que proporciona, é a impossibilidade de um assaltante ver quantos passageiros vão em um carro.
Outra utilidade é a de poder esconder algum/a carona que não pode ser visto/a.
Por outro lado, se um assaltante conseguir entrar no carro, ninguém de fora vai perceber que ele está com a sua arma encostada no seu ouvido.
Outrossim, um notório bandido passa desapercebido pela polícia, escondido pelo vidro fumê.
Antes do advento da película, conhecemos gente que colocava um ou dois manequins de loja no carro para simular estarem acompanhados.
Vem por aí uma película que reforça o vidro, que não mais poderá ser quebrado com uma pedrada, por exemplo.
Em cidades pequenas, onde muitos se conhecem, o vidro escuro evita o reconhecimento do condutor que está cometendo uma “barbeiragem”.
Quanto a nós, já estamos fazendo como os políticos: acenando para o motorista que não podemos ver, mas que dá aquela “buzinadinha” como cumprimento.