Um morador de Tubarão, de 32 anos, foi identificado pela Polícia Federal como suspeito de armazenar e divulgar pornografia infantil.
Durante cumprimento de um mandado de busca e apreensão ontem, foram recolhidos equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento pertencentes ao homem. A PF relatou que, como não houve flagrante, o suspeito responderá em liberdade. Não foram repassados mais detalhes da operação P2J (Pedo to Jail).
“Todo o material apreendido será submetido à perícia, com foco na comprovação do crime investigado, identificação de possíveis abusadores sexuais e suas vítimas, bem como na busca de informações que possam indicar o envolvimento do suspeito com os crimes de produção de pornografia infantil e estupro de vulnerável”, relatou a PF.
O crime de posse ou/e armazenamento de arquivos de pornografia infantil, tipificado no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é punido com pena de reclusão de um a quatro anos.
As investigações foram iniciadas a partir de relatórios apresentados pelo NCMEC (National Center for Missing and Exploited Children), o qual reportava o armazenamento de conteúdo alusivo a abuso sexual infanto-juvenil em conta de usuário do serviço de armazenamento de dados em nuvem.