Após notícias veiculadas sobre a gasolina mais cara do país ser encontrada em um posto de combustível de Tubarão, sendo revendida a R$ 8,999, o Procon encaminhou ofício para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) requerendo esclarecimentos acerca da pesquisa de preços realizada pelo órgão.
Em resposta ao ofício, a ANP informou que realiza através do LPC (levantamento de preços de combustíveis) pesquisa semanal por uma empresa especializada em pesquisas de mercado, sendo que as coletas de preços se dão in loco, onde os pesquisadores da contratada registram os preços em aplicativo eletrônico especialmente desenvolvido para a prestação do serviço.
Conforme relatório emitido pelo órgão, no dia 5/5/2022, às 12h36, o pesquisador do órgão compareceu no referido posto e registrou o preço de R$ 8,999 para a gasolina comum.
Assim, conforme a ANP, o registro fotográfico do painel de preços comprova que não houve erro por parte do pesquisador. Para não gerar mais discussões, a ANP, preventivamente, optou por suprimir o valor de sua base de dados, até que todas as alegações tenham sido satisfatoriamente esclarecidas.
A ANP solicitou que o posto revendedor envie documentos fiscais, emitidos em 5/5/2022, das vendas de gasolina comum, de modo a confirmar o preço efetivamente praticado naquela data.