A Fundação Municipal de Saúde de Tubarão (FMS) promove a partir de hoje encontros com grupos para acompanhamento de pessoas com problemas fisioterapêuticos.
Podem participar os pacientes que sofrem de dores na coluna, lombalgia e demais problemas crônicos, mesmo os que não estejam aguardando atendimento pela prefeitura.
Os encontros são didáticos e serão válidos para qualquer tipo de patologia que gere quadros de dor de forma crônica, isto é, por muito tempo. Os fisioterapeutas serão responsáveis por ensinar os participantes a terem hábitos de vida mais saudáveis, como evitar as dores, explicar os efeitos nocivos do uso excessivo de remédios, além de mostrar a importância de praticar atividades físicas no combate às dores. Serão quatro encontros, com fisioterapeutas, médicos, profissionais de educação física e nutrição, que também vão dar palestras a respeito do assunto, as quais acontecerão nas próximas quartas-feiras, a partir das 8h, no auditório da FMS.
Os encontros serão divididos em partes teóricas e práticas. No primeiro dia, é realizada uma avaliação individual com os fisioterapeutas, verificando o problema e as limitações de cada paciente. Ao fim dos encontros, vão acontecer práticas corporais, realizando, assim, uma fisioterapia em grupo, com as devidas orientações individualizadas. Orientações de exercícios, meditações e alongamentos serão repassados em dias com temas específicos. De acordo com a limitação de cada paciente, uma lista de exercícios para se fazer em casa será ensinada.
Orientações importantes em tempo hábil
A iniciativa promovida pela FMS é para que as pessoas que estão há muito tempo na fila de espera não fiquem sem nenhum tipo de atendimento e recebam ao menos essas orientações. “O Sistema Nacional de Regulação (Sisreg) coloca prioridades em atendimentos de urgência, como os casos oncológicos, respiratórios, agudos ou que necessitam de cirurgias, por exemplo, colocando pessoas que sofrem de outros problemas crônicos para trás na fila de atendimento, gerando um tempo prolongado de espera”, explica a fisioterapeuta Carina Portão.