Meninos de oito anos foram selecionados para estudo com células-tronco
Com apenas oito anos de idade, os gêmeos Arthur e Matheus acumulam uma história de desafios, conquistas e uma busca permanente da família por mais autonomia. Diagnosticados com paralisia cerebral após nascerem prematuros, eles vivem atualmente em Tubarão com a mãe, Célia Kiyomi Motoyama Hoepers, onde realizam tratamentos especializados.
Agora, uma nova possibilidade levou a família a iniciar uma campanha para arrecadar recursos: os irmãos foram selecionados para participar de um programa envolvendo células-tronco, no Panamá.
Célia e o marido, Allan, são agricultores em Mojuí dos Campos, no Pará. Os meninos nasceram com apenas seis meses de gestação e, depois de meses de internação, começaram uma rotina de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e outros acompanhamentos.
A busca por novas possibilidades trouxe a família até Tubarão. Em 2022, porém, Célia mudou-se definitivamente para a cidade com os filhos, enquanto Allan permaneceu trabalhando no Pará para garantir o sustento da família.
A paralisia cerebral compromete principalmente a parte motora dos irmãos. Segundo a mãe, o desenvolvimento cognitivo é preservado. Arthur e Matheus frequentam a escola regular, com as adaptações necessárias, e utilizam andadores para se locomover.
Como ajudar
Agora, a família busca recursos para levar os gêmeos ao Panamá, para custear o tratamento de células-tronco e a terapia intensiva após a aplicação. Além dos custos da viagem e do procedimento, os meninos mantêm uma rotina intensa de terapias. Segundo Célia, a família também recorreu à Justiça para tentar garantir a cobertura de parte desses tratamentos. “Não é fácil pedir ajuda. Mas, quando se trata dos nossos filhos, aprendemos que o amor é maior que qualquer orgulho”, conta a mãe.
As contribuições podem ser feitas pelo Pix 034.178.749-39, em nome de Célia Kiyomi Motoyama Hoepers.