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Cris da Saúde apresenta suas propostas

Candidata a deputada estadual pelo MDB falou sobre trajetória profissional e destacou obstáculos enfrentados pela mulher

14/09/2026 06:00|Atualizada em 15/09/2026 01:40|Por Redação

Técnica em Enfermagem há 30 anos, Maria Cristina Corrêa Clemente, a Cris da Saúde (MDB), disputa uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Aos 49 anos, a candidata a deputada estadual visitou o DS e apresentou como principais bandeiras a saúde, a educação e a área social.

Ao falar sobre sua trajetória até a candidatura, Cris destaca também os desafios enfrentados pelas mulheres na política e chama a atenção especialmente para os obstáculos e desigualdades vivenciados pelas mulheres negras nos espaços de representação e decisão.

A experiência profissional está diretamente relacionada às áreas que pretende priorizar em uma eventual atuação parlamentar. Além das três décadas como técnica em Enfermagem, Cris é formada em Pedagogia, atua como psicopedagoga e foi gerente regional de Saúde em Tubarão entre 2019 e 2020.

Segundo ela, a passagem por diferentes áreas do serviço público permitiu acompanhar de perto demandas que ainda precisam de respostas, principalmente no acesso à saúde, na estrutura da educação e no atendimento à população em situação de vulnerabilidade.

Na saúde, uma das prioridades apontadas pela candidata é ampliar a fiscalização das filas de espera por cirurgias. Cris considera excessivo o tempo enfrentado por pacientes para conseguir determinados procedimentos e defende maior acompanhamento do poder público sobre essas demandas.

Na educação, a proposta é ampliar a qualificação dos profissionais para o atendimento de alunos atípicos. A candidata também defende investimentos na infraestrutura das unidades escolares. Entre os problemas que considera prioritários está a necessidade de melhorias relacionadas ao saneamento básico nas escolas.

 

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Propostas 

Na área social, Cris pretende direcionar atenção à população em situação de rua. Uma das propostas é ampliar a participação dos municípios no acompanhamento dessas pessoas, inclusive buscando a localização das famílias e a origem de quem passa a viver nas ruas de outras cidades. Para ela, os municípios precisam assumir maior responsabilidade pelo acompanhamento de seus moradores mesmo quando eles se encontram em situação de rua fora da cidade de origem.

Outra proposta apresentada é a criação, nos municípios, de pontos destinados à comunicação direta com a população. A ideia é disponibilizar espaços onde os moradores possam obter informações e encaminhar sugestões relacionadas tanto à atuação parlamentar quanto às ações do governo.

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