A comissão que tentar reverter a possibilidade de fechamento do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo, esteve reunida para discutir ações para buscar resolver a situação. O grupo é formado por parlamentares, prefeitos e lideranças empresariais da região da Amurel e Amrec.
A ideia do grupo é agregar forças para manter as usinas em funcionamento.
Nessa tentativa, uma das ações para sanar o problema é um documento assinado pelo governador catarinense, Carlos Moisés, que será encaminhado ao ministro de Estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque. No documento, Moisés reforça os impactos com a possível desativação das unidades geradoras do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda (CTJL), prevista para acontecer de 2021 a 2025.
O grupo, segundo o ministro, tem até 180 dias para apresentar um diagnóstico sobre a situação da unidade e uma solução para a situação.
A possibilidade da desativação foi anunciada no início de dezembro. Se efetivada, mais de 21 mil empregos podem ser extintos, além das atividades nas históricas ferrovias utilizadas para o transporte do carvão. Ao mesmo tempo, a Engie Brasil afirma que está “aberta a receber propostas para vender o Complexo, desde que haja um equilíbrio entre o risco e as condições financeiras apresentadas”. A estimativa é de que o fechamento gere a redução de R$ 6 bilhões ao ano na economia da região.