Representatividade regional também é uma das pautas do candidato à Alesc
O empresário César Damiani (Novo), candidato a deputado estadual, aposta na experiência acumulada no setor público e privado para buscar mais investimentos para o Sul de Santa Catarina. Ele iniciou a trajetória política em 1972, quando foi eleito vereador em Tubarão, e chegou à presidência da Câmara em 1976. Mais tarde, atuou novamente como edil na Cidade Azul, entre 1989 e 1992. Também foi secretário regional e, após décadas afastado da política, voltou ao Legislativo em 2024, quando foi eleito vereador de Jaguaruna. Em visita ao Diário do Sul, ele falou sobre a campanha e as principais propostas para a região.
Para Damiani, o desenvolvimento econômico deve ser a principal prioridade, aproveitando a estrutura logística existente no Sul, como o aeroporto, o Porto de Imbituba, a BR-101 e a ferrovia. Ele defende investimentos em infraestrutura para facilitar o escoamento da produção e atrair novas empresas. Entre as pautas citadas estão a duplicação da SC-370, com melhorias no acesso ao Vale do Braço do Norte, e ações na Barra do Camacho e no Rio Tubarão. “O mais importante é o desenvolvimento econômico. Isso vai ser a mola mestre de tudo. Temos que aproveitar essa logistica presente na região”, diz.
Propostas
Na área de segurança, o candidato defende melhores condições de trabalho para policiais militares, civis e penais, além dos agentes socioeducativos. Também coloca saúde e educação entre as prioridades. Segundo ele, investimentos nessas áreas, aliados ao desenvolvimento econômico, podem ampliar a geração de empregos e evitar que jovens precisem deixar a região em busca de oportunidades.
Damiani também defende maior participação de candidatos da região na política estadual. Para ele, os recursos destinados aos municípios não devem ser tratados como favor, mas como parte da função parlamentar. O candidato acredita que a região tem potencial para eleger mais deputados e ampliar sua representatividade na Alesc. “Nós temos que ter os representantes que conhecem a nossa realidade e as nossas dificuldades”, afirma.