Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a ocasião!
Às margens plácidas do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822, Pedro de Alcântara ergueu sua espada e proclamou a Independência do Brasil. Rompíamos, naquele instante, os laços políticos que nos prendiam a Portugal. Depois de 322 anos de domínio português, o Brasil começava a caminhar com as próprias pernas.
Já são 204 anos com as próprias pernas e continuamos celebrando aquela Independência, com bandeiras nas janelas, desfiles nas ruas, fanfarras afinadas e o velho sentimento de orgulho nacional.
Hoje não pagamos impostos para Lisboa. Pagamos ao nosso próprio Estado. E pagamos muito. Hoje não sofremos com os escândalos do Reino Português, temos os nossos. Temos fraudes em aposentadorias do INSS, temos Banco Master, temos o nosso querido e amado STF que, de uma das colunas da República, tornou-se personagem frequente das disputas políticas que dividem o país.
A cada escândalo, a cada privilégio, a cada operação, a cada briga institucional, surge aquela sensação incômoda de que mudamos os donos do poder, mas não conseguimos mudar completamente a velha lógica do poder.
Em 1822 era de Portugal que nos libertávamos. Hoje, precisamos nos libertar de outras amarras: da corrupção, do privilégio, do fisiologismo, da impunidade, da incompetência, da polarização que transforma adversários em inimigos e, sobretudo, da ideia perigosa de que o Brasil pertence a quem ocupa o poder.
Na próxima segunda-feira, nas avenidas deste país independente, talvez valha menos discutir o que Dom Pedro fez por nós em 1822 e mais o que nós estamos fazendo pelo Brasil de 2026.
A espada mudou de mãos. Os desafios também.
O que precisamos agora é livrar o Brasil dos interesses que se apropriam dele, livrar a política da mediocridade, livrar as instituições da tentação do poder sem limites e livrar o cidadão da resignação.
Porque o maior fracasso de uma nação não é ter maus governantes. É acostumar-se a eles.
A primeira independência foi proclamada por um príncipe. A próxima, se é que vamos ter coragem de fazê-la, terá de ser proclamada por cada um de nós, que estamos longe de ser príncipes, mas ainda somos ávidos por liberdade.
Sobre lar...
“Meu lar é sempre onde estou, meu lar está na minha mente, meu lar são meus pensamentos, meu lar é pensar as coisas que eu penso. Esse é meu lar. Meu lar não é um lugar material por aí... meu lar está na minha mente.” Bob Marley
Aprender
Já parou pra pensar como nosso cérebro aprende? Alguns estudiosos já têm resposta para esta questão. A mais aceita é que a gente aprende 10% lendo, 20% ouvindo, 30% observando, 50% assistindo, 70% debatendo, 80% praticando e 95% ensinando.
Furacão
Sinceramente, se a coisa não melhorar, vou largar tudo e ir dançar na Carreta Furacão, vestido de Homem-Aranha...
Galeto solidário
Segunda-feira é dia de Desfile Cívico na avenida Marcolino Cabral, em Tubarão, e, este ano, novamente, com cheirinho de frango assado. O Rotary Club de Tubarão Sul realiza o tradicional Galeto Solidário, novamente na Praça 7 de Setembro, na dispersão do desfile. São mais de mil frangos assados na brasa, com tempero especial, que podem ser adquiridos com um rotariano e no local, se chegar cedo. As entregas dos frangos vão das 11h30 às 14h. O evento é solidário e os lucros são utilizados nas ações sociais do Rotary.
Gilmar
O escritor Gilmar Corrêa, celebrando nova idade no feriadão. Parabéns, confrade!
Diogo Portugual
Um dos precursores do stand-up comedy moderno, o humorista Diogo Portugal, estará em Tubarão na próxima segunda-feira, 7 de setembro. Diogo vai apresentar o show “Impróprio para Políticos” no Rilário Comedy Club. Trata-se de um espetáculo inteligente que aborda de forma cômica os costumes, o cotidiano e, claro, os absurdos da política e da atualidade brasileira. A casa abre às 18h e o show inicia às 20h30. Ingressos: Minha Entrada.
Rita
A dileta amiga, psicóloga Rita Elisabete, iniciando um novo ano, certamente cheio de alegria e satisfação com a vida. Parabéns, querida!
Frase solta, que deveria estar presa:
“Pessoas confusas perdem pessoas incríveis.”