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MAURO PAES CORRÊA

14/03/2024 06:00

Retrocesso nas impressoras

Uma das principais queixas dos consumidores é a oferta de impressoras a laser na voltagem de 110v, o que obriga a compra adicional de um transformador de voltagem aqui no Sul do país. Problema que as impressoras coloridas não enfrentam há muito tempo, com a existência no mercado de modelos que operam nas duas frequências, de 110v e 220v.

A ausência do suporte à dupla voltagem, muitas vezes, acaba saindo caro para o cliente que, em determinadas situações, acaba ligando a impressora na voltagem errada, ocasionando a queima do equipamento. Prejuízo que, obviamente, a fabricante não cobre.

Nos computadores de mesa, a situação era similar e, com a oferta de computadores de grandes fabricantes com as duas opções de voltagem, o mercado gradualmente começou a oferecer para o cliente a liberdade de escolher a voltagem suportada, quase sempre sem custos adicionais.

Inclusive, o preço das impressoras a laser estão acima das coloridas, o que justificaria a adoção do recurso de dupla voltagem e se um fabricante de renome iniciar a oferta desta facilidade podemos esperar boas novidades.

Para o consumidor, principalmente do mercado corporativo, o custo de impressão nas impressoras coloridas, é próximo das impressões a laser, o que pode ser um fator decisivo na escolha de qual tecnologia adquirir. Enquanto isso, os consumidores não têm outro caminho a não ser esperar uma atitude inovadora por parte da indústria de impressão.

Em tempo, a baixa adesão aos serviços digitais nas empresas e administração pública coloca o Brasil como um dos maiores mercados de impressão do mundo.

Diário do Sul
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