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22/05/2019, 06:00

Médico tubaronense fará palestra na Ásia


 
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Cirurgião vascular respeitado em todo o país, por ser um dos pioneiros ao trazer dos Estados Unidos para o Brasil a técnica de cirurgia venosa minimamente invasiva, para o tratamento de varizes, o médico tubaronense Felipe Mamprim se prepara para dar mais um salto na carreira. No próximo mês, ele será um dos palestrantes da 39º Reunião Anual da Sociedade Japonesa de Flebologia, na cidade de Nagoya, província de Aichi, no Japão.

O evento acontece nos dias 4 e 5 de junho. Ser um participante ilustre de uma importante reunião médica no outro lado do mundo é um desafio que Mamprim já está habituado. Há poucas semanas, ele foi um dos palestrantes do conceituado International Meeting on Aesthetic Phlebology (IMAP 2019), realizado em São Paulo.

“É um momento ímpar em minha vida profissional. Sigo com entusiasmo para o avanço da flobologia mundial”, comenta o médico.
Formado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) há quase 20 anos, Felipe Mamprim tem uma série de especializações em saúde vascular, uma delas feita em Ohio (EUA), e atua em Tubarão desde 2005.

Especialista em cirurgia vascular, ele ressalta que o surgimento de varizes em mulheres tem como causas fatores ligados a questões genéticas, hormonais, de gestação e uso de anticoncepcionais. Homens também estão sujeitos à doença, que se apresenta como um simples problema estético, mas pode causar um Acidente Vascular Cerebral (AVC), trombose ou úlcera de perna.

A cirurgia venosa minimamente invasiva, especialidade de Felipe Mamprim, evita todas essas situações de risco. O cirurgião vascular foi um dos responsáveis por trazer essa técnica ao Brasil.

 

Técnica surgiu há 20 anos nos EUA

“Essa técnica surgiu há 20 anos nos Estados Unidos, e a trouxemos para o Brasil há dez anos. As técnicas tradicionais para o tratamento de varizes consistiam na extirpação da veia, retirada cirúrgica, com internação prolongada, anestesia nas costas e repouso maior no pós-operatório. Com a nova técnica, pequenos catéteres ou substâncias são injetadas nas veias para criar uma cicatriz, que fará o fechamento dela. É uma técnica menos agressiva e que promove o retorno mais rápido da paciente às suas atividades”, descreve Mamprim.



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