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11/05/2019, 06:00

Amigas unidas pela fé e pela gestação


Micheline Zim 
redacao@diariodosul.com.br
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Créditos: Gilmar Estevam/DS

Dez amigas que se conheceram por uma coisa em comum: a fé. Cada uma teve uma história, mas, segundo elas, foi o amor de Deus que as uniu. Nesse caminho, os laços foram se estreitando. Algumas já se conhecem há muitos anos, outras chegaram recentemente. E de tão forte a ligação, as notícias de gravidez de cada uma delas, que no início parecia algo normal, “começaram a estourar que nem pipoca”, brincam.  E este Dia das Mães será comemorado de maneira bem especial por Layse, Josi, Kéia, Juliana, Bia, Sthefany, Ana, Ariane, Ruth e Dani.

“Cada semana era uma novidade. Começamos a brincar que era um vírus que estava no ar ou na água que bebíamos. Temos um grupo no WhatsApp com 18 mamães. Nele, temos duas duplas de irmãs, madrinhas de casamento, amigas de voluntariado. Todas com uma ligação muito especial. Destas, dez estão grávidas”, conta Layse.

Foi então que a feliz coincidência acabou se transformando em um ensaio fotográfico. A ideia das fotos surgiu primeiramente em torno de duas integrantes do grupo, que são irmãs, Sthefany e Layse. O fotógrafo Gilmar Estevam Júnior, irmão delas, sugeriu registrar esse momento tão especial para a família. Layse, então, teve a ideia de ampliar a comemoração com as amigas.

As fotos falam por si. Segundo elas, são a tradução de uma grande amizade, marcada agora ainda mais por este grande momento: a gestação. “Não poderíamos deixar de registrar este momento tão especial das nossas vidas que estamos vivendo juntas”, diz Sthefany.

Para o fotógrafo Gilmar Estevam Júnior, fazer este ensaio foi um momento único. “Foi uma manhã muito especial. Somos especializados em fotos de gestante há anos, mas nunca tínhamos presenciado nada assim. A ideia inicial era fotografar minhas irmãs, pois já é algo fantástico o fato de estarem grávidas juntas. Mas ter ali dez amigas vivendo esse momento foi incrível. Para a mulher, acredito que deve ser uma sensação única cada gestação, e poder compartilhar isso entre amigas deve ser um presente. Eu me senti honrado em fazer parte”, conta.

Surpresa e sonhos realizados ao ser mãe
As irmãs Sthefany Estevam Ohlweiler e Layse Estevam estão grávidas com nove semanas de diferença. Stefany está de 27 semanas de sua primeira filha, Caroline. “Engravidei sem planejar. Em julho de 2018, tive um aborto, que é bem comum na primeira gestação, e fui submetida a uma curetagem, pois foi aborto retido. Mas 40 dias após a curetagem já estava grávida novamente, mesmo o médico dizendo que seria improvável, devido ao procedimento recente. Já Layse Estevam está de 18 semanas. Ela já tem um filho, Enzo, de cinco anos, e está agora esperando uma menina, Antonella. “Sempre fomos unidas, e a gestação em dose dupla nos uniu ainda mais”, pontua.
Já para Kéia Sangaletti Corrêa, a terceira e atual gestação é considerada um milagre de Deus. “Sou mãe de duas meninas. A segunda veio após 18 anos da primeira, e por processo de fertilização, pois os médicos tinham nos considerado um casal infértil. Pela fertilização, engravidamos de trigêmeos, mas no terceiro mês perdemos dois bebês, e continuamos grávidos da Bella. E há alguns meses descobrimos que estamos grávidos da nossa terceira filha, e naturalmente, para contestar todo o diagnóstico médico. Vivemos o milagre de Deus”, conta.
Ruth Cambruzzi Fabris está de 15 semanas de sua primeira gestação. “Em 2018, retornamos ao Brasil depois de morarmos aproximadamente dois anos nos Estados Unidos, e a partir daí começou a fazer parte da nossa realidade como casal a fase de planejamento para a chegada de um filho, no entanto, de modo espontâneo, crendo sempre no tempo certo de Deus para este propósito. No início de 2019, fomos surpreendidos com a notícia de que estávamos grávidos, e celebramos a espera da Hadassa”, conta.

Incentivo a outras mães
Durante esta semana, uma das amigas, Josiane Mendes Onofre, grávida de oito semanas, acabou sofrendo um aborto espontâneo e perdeu o bebê. Mas, mesmo assim, ela quis participar da reportagem, como forma de união e também para incentivar outras mulheres a não desistirem. “Nosso sonho foi interrompido momentaneamente... falo momentâneo porque agora ele foi gerado no nosso coração... Sabemos que isso é comum na primeira gestação, e queremos encorajar as mulheres que passam por esse momento a não desistirem. Em breve, a benção virá”, diz.



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