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07/05/2019, 06:00

Caso de raiva humana é registrado após 38 anos


 
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) informou ontem que foi confirmado pelo Laboratório Instituto Pasteur (IP) o diagnóstico laboratorial de raiva para o óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural de Gravatal, ocorrido no último sábado.

As amostras foram encaminhadas para São Paulo pelo Laboratório Central de Saúde Pública. Santa Catarina não registrava casos de raiva em humanos desde 1981, quando um paciente de Ponte Serrada foi vítima da doença. Já os últimos casos de raiva animal foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato) e Itajaí (um cão), e em 2016, em Jaborá (um cão).

Técnicos da Dive/SC estiveram ontem em Tubarão reunidos com a Gerência Regional de Saúde, as secretarias de Saúde de Gravatal e Capivari de Baixo, a Cidasc e a Unisul para o desenvolvimento de ações, conforme o protocolo do Ministério da Saúde, considerando que Santa Catarina é uma área controlada para raiva animal no ciclo urbano.

As ações envolvem a vacinação casa a casa de cães e gatos em um raio de cinco quilômetros a partir da residência da paciente, bem como busca ativa de animais doentes e mortos e orientação à população. “Além disso, se a pessoa for agredida por um cão ou qualquer outro animal, é muito importante que procure um serviço de saúde, mesmo se o ferimento não for grave, pois pode haver a necessidade de tomar a vacina contra a raiva”, afirma João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive/SC.

A vacinação de todos os cães e gatos é a forma mais eficaz de proteção contra a doença. A ação está prevista para ser iniciada na quinta-feira. A população de Gravatal e Capivari de Baixo pode procurar por informações mais detalhadas sobre a ação diretamente na secretaria municipal de Saúde. A Dive/SC já solicitou dez mil doses de vacina antirrábica para o esquema de vacinação.

Segundo a médica veterinária da Dive/SC, Alexandra Schlickmann Pereira, a população deve ficar atenta ao comportamento estranho dos animais de estimação. “Qualquer alteração de comportamento, como inquietação, aumento de agressividade, paralisias dos membros e fotofobia (medo da luz), deve ser observada e comunicada à secretaria municipal de Saúde”, alerta.

 

Raiva humana

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil), e a única forma de prevenção é por meio da vacina.



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