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13/03/2019, 06:00

Reposição salarial na educação é anunciada


 
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A prefeitura de Tubarão anunciou ontem que vai aplicar o reajuste de 4,17% sobre o piso salarial do magistério a partir do salário de março. Segundo a prefeitura, o pagamento também trará em sua composição a diferença do reajuste dos salários de janeiro e fevereiro.

O percentual de reajuste foi definido pelo Ministério da Educação ainda em janeiro. Segundo a prefeitura, para repassar a correção, foi preciso validar o valor com o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Educação da Rede Municipal de Tubarão e Capivari de Baixo (Sintermut).

A reunião aconteceu ontem pela manhã, no Paço Municipal, com a presença do prefeito Joares Ponticelli, do vice-prefeito Caio Tokarski, do diretor-presidente da Fundação Municipal de Educação (FME), Maurício da Silva, do secretário de Gestão Tarcísio Hemkemeier, da presidente do Sintermut, Laura Oppa, e demais representantes do sindicato.

Após a reunião, a presidente Laura disse acreditar que, a princípio, os professores devem ficar satisfeitos com a decisão tomada, além de outras projeções que serão trabalhadas futuramente.

“O piso é uma lei federal que deve ser reajustado no mês de janeiro. É uma obrigação. Por isso, o trabalhador espera que essa correção seja paga em fevereiro, como sempre aconteceu nos últimos anos. Neste ano, não veio e os professores estranharam e reclamaram. Mas conseguimos agendar essa reunião com a prefeitura para tratar do assunto e de outros temas pertinentes à classe”, disse Laura.

Entre os outros assuntos tratados na reunião estava a progressão salarial. Segundo a presidente do Sintermut, o município ficou com o compromisso de fazer um levantamento dos dados financeiros para avaliar o impacto que isso pode gerar na economia. De acordo com Laura, o município tem duas progressões atrasadas desde a reformulação do plano de cargos e carreira, uma de 2014 e outra de 2017.

PROGRESSÃO SALARIAL EM DEBATE
Na reunião, o diretor-presidente da FME, Maurício da Silva, salientou que, neste segundo semestre, serão iniciados os estudos para ver a possibilidade de progressão salarial. O vice-prefeito comentou que a questão da progressão de salário é lei, mas que precisa ser analisada detalhadamente. Para Ponticelli, a conversa é longa e deve ser retomada em outras ocasiões. “Temos que fazer um mutirão de comprometimento, expurgar a minoria de professores desinteressados, para assim conseguirmos ter um modelo de meritocracia”, ressaltou o prefeito.



Veja tudo sobre: piso salarial, prefeitura, reajuste
 


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