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12/03/2019, 06:00

Peixe busca soluções para efeitos de bloqueio judicial


Guilherme Simon 
redacao@diariodosul.com.br
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Créditos: Comunicação C.A. Tubarão/DS

Além da briga pela permanência na elite, o Tubarão também vive um momento difícil fora de campo. O clube-empresa que administra o futebol do time teve R$ 1 milhão bloqueado pela Justiça em processo que envolve o uso irregular do estádio Domingos Gonzales, como trouxe com exclusividade o DS ontem. Agora, os dirigentes trabalham para lidar com os efeitos práticos da decisão, enquanto o recuso judicial que tenta desbloquear a quantia não é apreciado.

De acordo com o presidente da Tubarão SPE, Luiz Henrique Martins Ribeiro, os valores bloqueados pela Justiça na última quarta-feira são referentes ao caixa do clube-empresa, e servem para o pagamento de salários de jogadores e funcionários, fornecedores e impostos. Com o bloqueio, esses pagamentos automaticamente serão afetados.

Em entrevista por telefone ontem, o dirigente demonstrou tranquilidade ao dizer que está trabalhando para buscar alternativas para lidar com as consequências do bloqueio, enquanto aguarda o julgamento dos recursos da equipe jurídica.

“Estamos colhendo informações para comprovar que esse dinheiro serve à folha de funcionários. Trata-se do pagamento de 180 pessoas. Por enquanto, estamos buscando soluções para lidar com a situação. Acredito que haja uma resposta para o recurso dentro de dez ou 15 dias, embora não seja possível cravar um prazo”, disse Luiz Henrique.

O dirigente também afirmou não acreditar que a situação afete os jogadores dentro de campo. “Não acredito que vá influenciar. Eu tive uma conversa com todos eles, expliquei a situação. Nós, aqui, mantemos os salários em dia, o que infelizmente não é uma realidade no futebol brasileiro. Então, para esses jogadores, não acredito que um possível atraso possa prejudicar”, avaliou.

Questionado sobre se a situação abala a parceria que formou o clube-
empresa, Luiz Henrique também demonstrou tranquilidade. “Nós estamos no terceiro ano de um contrato que prevê 40. O trabalho está no começo”, comentou.

MAIS SOBRE O CASO
A multa cobrada do Tubarão SPE é referente ao uso irregular do Estádio Domingos Silveira Gonzales, que, legalmente, pertence à União. O valor foi aplicado com base em relatório da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), e está atualizado em R$ 5,2 milhões.

O clube-empresa defende que a multa é indevida, argumentando que a posse não é de sua responsabilidade. Além disso, também contesta o fato de o valor abranger um período em que o Tubarão SPE ainda não tinha sido nem sequer criado.

Recentemente, o Plenário do Senado aprovou uma medida provisória (MP) que facilita a cessão de terrenos e imóveis que pertenciam à extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA), o que inclui o Domingos Gonzales. O texto aguarda sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Em caso de aprovação, o clube deve ganhar a cessão do imóvel. Porém, na prática, a cessão não anularia a cobrança da multa.



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