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20/02/2019, 06:00

Prefeito rechaça a decisão da Celesc


 
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O prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, diz lamentar profundamente o desencontro de informações e o posicionamento dúbio do presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, a respeito da mudança da macrorregional da estatal, de Tubarão para Criciúma.

A questão surgiu após ter sido divulgado pelo governo que a macrorregional da Celesc ficaria em Tubarão, e depois ter sido informado que seria em Criciúma, após manifestações da classe empresarial e política da região carbonífera. “Nós rechaçamos esta atitude da presidência da Celesc, que causou, inclusive, uma disputa regional desnecessária. É lamentável termos nosso município rebaixado. Não vamos aceitar isso calados”, afirma Joares.

Ontem mesmo, o prefeito Joares Ponticelli, em nome do governo municipal, o vereador Jairo Cascaes, pelo Legislativo tubaronense, e o presidente da Acit (Associação Empresarial de Tubarão), Edson Martins Antônio, em nome das entidades representativas, convocaram uma reunião, a ser realizada hoje, para tratar sobre o tema. Representantes da cidade no cenário político-administrativo também foram convidados para o encontro. “Já estamos solicitando, via deputados Volnei Weber e Felipe Estevão, uma reunião com o presidente da Celesc, para que nos dê uma explicação para esta mudança”, pontua o prefeito.

A presidência da Celesc, após reunião ontem com as lideranças das regiões Amrec e Amesc, e em nova audiência a pedido dos deputados estaduais Ada de Luca, Rodrigo Minotto, Jessé Lopes, Luiz Fernando Vampiro e Zé Milton, chegou a um consenso sobre a reestruturação organizacional da Celesc. Ficou acordado que, após a locação e a mudança para um novo imóvel, o núcleo Sul ficará na cidade de Criciúma. A diretora de Gestão Corporativa, Claudine Anchite, estima que esse prazo será de aproximadamente 60 dias.

 

Núcleo e unidade

Na reunião com as lideranças de Criciúma, o presidente e os diretores da Celesc apresentaram os novos investimentos para 2019 no Sul do Estado, que somam R$ 100 milhões. Também detalharam sobre a atual estrutura das agências regionais, que, a partir de maio, passam a ser oito núcleos e oito unidades. No modelo apresentado pela Celesc, a cidade de Criciúma ficaria como unidade, e o núcleo estaria em Tubarão. A presidência da empresa explicou para a comitiva que a razão da escolha de Criciúma como unidade foi fundiária, e diz respeito a um problema jurídico, que envolve um imóvel para a instalação de uma nova sede. Algumas sugestões foram apresentadas pelas lideranças, mas o consenso surgiu só após uma nova audiência com os deputados estaduais. O diálogo girou em torno da busca de uma nova sede e da mudança física da regional de Criciúma antes de se transformar em núcleo. Após a mudança física, Tubarão ficará como unidade, e Criciúma, como núcleo. O DS tentou contato com o presidente da Celesc, mas, segundo a assessoria, ele não está atendendo a imprensa.



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