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29/01/2019, 06:00

Mãe e filha resgatam brincadeiras antigas


 
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Amarelinha, três-marias, telefone sem fio, passa-anel. Se você tiver mais de 20 anos, provavelmente já foi apresentado a uma dessas brincadeiras ou até brincou de todas em um mundo onde a tecnologia não era a sensação no dia a dia da sua infância. Elas estão cada vez menos conhecidas entre a geração que adotou o computador e os games nos tablets como novos passatempos favoritos.

Contudo, o resgate dessa diversão tem sido observado. Antonella Ferreira Nunes, de quatro anos, vive no mundo da fantasia das brincadeiras junto com a mãe, Paula. Através das redes sociais, Paula mostra o dia a dia com a filha e tudo o que envolve o colorido da diversão através de brinquedos antigos, pinturas e outros.

Paula conta que o que a motivou a fazer o resgate foi estar presente, desenvolver a inteligência emocional e explorar a criatividade da filha. “Geralmente, fazemos uma atividade juntas e outra livre, à escolha dela. Separei algumas caixas com materiais recicláveis e artísticos para explorarmos as infinitas possibilidades de brincadeiras e atividades. Na maioria das vezes, coloco um propósito por trás da atividade, como trabalhar as emoções, conhecer os sentidos ou simplesmente a ludicidade e o afeto”, relata.

Segundo a mãe, elas brincam muito de pintar rolos de papel higiênico e papel toalha, materiais que viram porta-lápis. “Ou palitos de picolé que viram um porta-caneca. Reutilizamos muitas embalagens. É muito legal vê-la recolhendo os rolos do banheiro e falando: ‘mamãe, tive uma ideia!’”, diz Paula.

Ainda de acordo com a mãe, além das brincadeiras antigas, ela incentiva a filha a estar em contato com a natureza. “Sempre que o clima favorece nós vamos a algum lugar onde ela possa correr bastante e se conectar com a natureza. E aí, é claro que pique-esconde e pega-pega não podem faltar”, comenta. Na atividade livre, Paula diz que deixa Antonella escolher do que quer brincar.

Paula destaca que escolheu ser uma mãe presente na educação e diversão da filha. “Isto, para mim, não significa estar presente 24 horas por dia. Mas sim me entregar a ela, dando atenção plena, quando estamos juntas. Não tenho dúvidas de que escola e família estão juntas nisso”, comenta a mãe.

Entre as brincadeiras preferidas estão pintura, desenho, e tudo que envolva arte. Com simplicidade e liberdade de escolha. “As pessoas consomem tanta informação e se esquecem de adquirir conhecimento sobre formas saudáveis de educar os filhos, principalmente emocionalmente. Nós, pais, como maioria, viemos de uma geração de sentimentos invalidados, de: ‘fica quieto que quero assistir ao jornal’, ou ‘engole este choro’, e, definitivamente, não é isso que quero para a vida dela”, destaca a mãe.



 


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