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09/01/2019, 06:00

Funcionários seguem sem receber salários


 
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Mais de 90 funcionários de uma metalúrgica de Tubarão estão há mais de cinco meses sem receber o salário, e pelo menos há três anos sem receber o 13º, e há dois anos sem férias.

Um dos funcionários da empresa, a Metalúrgica Souza, diz ainda que já são quase cinco anos sem depositarem o FGTS. “E, agora, deram férias coletivas para todos sem pagar nada. Foram feitas algumas denúncias ao Ministério Público, e estamos sem resposta alguma. Já fizemos até paralisação junto ao sindicato, mas até o momento nada foi resolvido”, afirma o funcionário que pediu para não ser identificado.

Segundo a advogada do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas de Tubarão e Capivari de Baixo, Cláudia Paulino da Conceição, conversas com a empresa já foram realizadas, sem sucesso. “No final do ano, antes do recesso, ainda nos reunimos com a empresa e o que foi falado é que eles tentariam pelo menos pagar R$ 1 mil aos funcionários para o Natal. O problema é que as contas vencem, e nenhuma posição é dada pela empresa”, pontua.

Ela afirma que este problema vem se arrastando há bastante tempo. “Entramos na Justiça em 2017, e, até agora, nenhuma solução foi dada. É preocupante. São muitos funcionários que dependem deste salário”, diz a advogada.

Em dezembro, quando os funcionários fizeram uma paralisação, um funcionário da metalúrgica falou ao DS a respeito da crise. “A empresa tem 55 anos de história. E, ao longo desse tempo, enfrentou algumas crises, assim como outros empreendimentos. Quando o país entra em dificuldade, o setor de máquinas para a indústria cerâmica é um dos primeiros a sentir o impacto. Se não se vende tijolo, também não se vendem as máquinas que fabricam esses tijolos, que é o nosso caso. Os últimos anos têm sido difíceis”, falou, na época. Ele diz que a situação ainda é a mesma do ano passado.

A advogada Cláudia da Conceição diz que todos os procedimentos já foram realizados, desde a entrada de ações no Ministério do Trabalho como no Ministério Público, mas a situação continua sem solução. “Agora, deram estas férias coletivas, sem nem entrar em contato com o sindicato ou fazer qualquer pagamento aos funcionários, que estão “pagando” para trabalhar, na maioria dos casos. Tem gente que não recebe há quase um ano. O FGTS não é depositado desde 2014. Estamos esperando uma posição quando ocorrer o retorno destas férias coletivas, no final do mês”, afirma.



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