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28/12/2018, 06:00

União pela Unisul


 
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Um dos principais fatos de 2018 foi o agravamento da crise da Unisul, afetando colaboradores e a cidade de Tubarão. Mas, conforme a Retrospectiva DS, aos poucos a universidade conseguiu fazer ajustes e terminou o ano numa situação um pouco melhor, conseguindo pagar salários em atraso. Para 2019, fica o desafio de encontrar um parceiro e soluções para voltar a fortalecer a universidade. É preciso que a classe política, empresarial e representantes da Unisul estejam ainda mais unidos neste objetivo, já que a universidade traz para Tubarão crescimento intelectual e econômico.

Crise
Mas 2018 não foi um ano difícil apenas para a Unisul. Todos os setores sentiram o desaceleramento da economia, principalmente após a greve dos caminhoneiros, registrada entre maio e junho, aliada à crise política. A situação econômica só voltou a melhorar, mesmo que de forma tímida, após as eleições de outubro.

Hydra
Em Tubarão, o momento mais crítico da crise veio com o fechamento da unidade industrial da Hydra, com a demissão de 220 funcionários. A empresa decidiu transferir a unidade para Sergipe. Em contrapartida, o Líder Atacadista e a inauguração do Fort Atacadista equilibraram a economia, com a geração de mais de 300 empregos. 

Chuva ácida
Em 2018, um dos principais assuntos polêmicos publicados no DS foi o registro de chuva ácida em Tubarão durante os últimos 20 anos. Apesar disso, não há qualquer acompanhamento, pelos órgãos públicos, em relação à qualidade da água da chuva. Apenas a qualidade do ar é aferida pela Engie, mas também não há nenhuma contraprova.

Viagem perdida
Desde quarta-feira, pós-Natal, dezenas de pessoas estão indo até a Central do Cidadão de Tubarão em busca dos serviços oferecidos no local, mas as atividades retornam somente no dia 7 de janeiro. Para piorar a situação, não foi colocado nenhum comunicado na porta da Central, permanecendo em exposição o cartaz que informa atendimento das 13h às 18h. Além de perder a viagem, principalmente pelo calor, contribuintes reclamam da falta de informação, ao aguardar a abertura em frente à Central, e do amplo recesso.  

De olho
Foi neste ano que a Polícia Militar começou a aplicar multas através das câmeras em Capivari de Baixo e Tubarão. No primeiro município, a atuação gerou centenas de reclamações, devido ao rigor extremo. Na Cidade Azul, segunda cidade da região a receber este sistema, não houve queixas.

Comoção
Alguns casos geraram comoção na internet e nas ruas neste ano. Entre eles, a torcida pela recuperação da jornalista Lysiê Oliveira, que havia sofrido um grave acidente em 31 de dezembro, em Capivari de Baixo. Em março, as atenções se voltaram ao empresário Nidal Mashni, que sofreu acidente ao mergulhar numa piscina. Ele fraturou as vértebras C3 e C4, passou por cirurgias e só saiu da UTI em junho. Agora, no fim do ano, foi a vez da luta para comprar um medicamento para a menina Lívia Locks. Todos os três casos, felizmente, tiveram desfechos positivos.



 


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