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19/09/2018, 06:00

Após dois anos, Ceasa de Tubarão recebe limpeza


 
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A Central de Abastecimento (Ceasa) de Tubarão está passando por uma limpeza desde o começo desta semana. Está sendo retirada do local parte da estrutura danificada pelo vendaval que atingiu a cidade em outubro de 2016. Mas, quase dois anos depois, ainda não há prazo para que a reforma do espaço aconteça.

A demora para que a obra seja realizada, segundo o presidente estadual da Ceasa, o tubaronense Glauco Gazola Zanella, é a burocracia.

“A gente trabalha com recursos próprios. Mas, após a tragédia, a cidade recebeu um recuso federal para a recuperação de alguns órgãos, entre eles a Ceasa. A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Tubarão ficou responsável por fazer o processo licitatório. Mas o processo enfrentou vários problemas burocráticos, e a coisa foi enrolando, até que o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu tudo”, disse Glauco.

O recurso, disponibilizado pela Defesa Civil seria de R$ 209.929,15. Após a licitação ser suspensa pelo TCU, Glauco disse que procurou a ADR novamente para que a própria Ceasa pudesse fazer a limpeza da unidade em Tubarão. “Houve insegurança jurídica, falaram que não tinham como dar esse parecer. Na hora, tivemos que entrar em contato com a Defesa Civil e com os bombeiros para que eles interditassem a Ceasa. Só com a interdição pudemos fazer um orçamento, de acordo com a lei de compra direta, e agora faremos a limpeza e a colocação dos telhados”, afirma.

O valor investido na limpeza e nos novos telhados será de R$ 41 mil. “Vamos sentar com a ADR, para que eles montem um novo edital. Isso só pode ser feito após as eleições. Na Ceasa, temos dinheiro para a reforma, mas não podemos usar porque tem essa verba empenhada. Agora, é preciso aguardar”, pontua Glauco.

 

Luta para manter unidade aberta

O presidente da unidade diz que, com os problemas enfrentados em Tubarão, a Ceasa perdeu muitos clientes para a unidade de São José. “Há empresas do Extremo Sul que estão indo abastecer lá na Grande Florianópolis. Já pensaram até em encerrar as atividades aqui, mas estou na luta para que isso não aconteça”, revela Glauco.

Segundo ele, atualmente a unidade gera mais de 150 empregos de forma direta, além de muitos outros indiretamente. “Após a reforma, esse número aumentará muito. Voltaremos a atender como no passado, antes do vendaval, o que prova a importância de a unidade se manter aberta”, afirma.



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