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24/05/2018, 06:00

O caos


 
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Postos sem combustíveis, pessoas brigando na fila e transporte coletivo afetado, além da preocupação com a possível falta de alimentos, remédios e água. A paralisação dos caminhoneiros trouxe o caos. A causa é justa, os preços dos combustíveis beiram o absurdo, impactando todos os setores. Mas o principal prejudicado nesta confusão toda volta a ser o próprio cidadão. Enquanto isso, os principais culpados por todo o transtorno que o país vive saem praticamente ilesos.

Em brasília
Em Brasília, os políticos apenas assistem ao transtorno vivenciado no país através de suas salas confortáveis. Certo mesmo era toda esta manifestação ser realizada e concentrada lá, evitando o fornecimento de alimento e água a eles, além do próprio combustível, até que encontrem uma solução para toda a baderna que criaram.

Pedido de trégua
O presidente Michel Temer afirmou ontem que pediu “trégua” de dois ou três dias aos caminhoneiros para encontrar uma “solução satisfatória” para o preço dos combustíveis. Temer deu a declaração após participar de um evento no Palácio do Planalto. Enquanto ele falava com a imprensa, acontecia, também no palácio, uma reunião da Casa Civil com representantes de caminhoneiros.

Apoio
Em apoio aos movimento dos caminhoneiros, integrantes do Jeep Clube Tubarão se encontraram ontem no fim da tarde na Arena Multiuso. Faixas foram fixadas nos veículos e depois houve uma carreata até o bairro São Cristovão, onde estão parte dos motoristas que aderiram à paralisação.

Alunos engajados
Alunos do ensino médio do Colégio Henrique Fontes, em Tubarão, realizaram ontem um movimento contra o aumento exagerado do combustível. Segundo alguns alunos, este protesto é para mostrar que, como estudantes, filhos e cidadãos, estamos sendo atingidos de maneira direta.

Ponte fechada
Um protesto está marcado para as 10h de hoje na ponte de Laguna. Os manifestantes pretendem bloquear a travessia até o meio-dia. Os organizadores pedem que os participantes levem apito e faixas para se manifestar contra o aumento constante dos combustíveis.

Preços abusivos
E em uma situação de calamidade pública, tem que aproveitar a situação para faturar mais. Em Criciúma, um posto estava vendendo gasolina comum a R$ 5,99, e a aditivada a R$ 6,49. O Procon do município autuou o proprietário por cobrança abusiva e realizou fiscalização em toda a cidade. Em Tubarão, os preços foram mantidos, em média, a R$ 4,19.  

Na saúde
A Fundação Municipal de Saúde de Tubarão informa que, em razão da paralisação e da falta de combustível nos postos, está suspensa a realização dos serviços relacionados à saúde que dependem da utilização de veículos e não sejam imprescindíveis. Os transportes para a realização de procedimentos cujo adiamento possa acarretar grave prejuízo ao paciente, assim como aqueles relativos às situações de urgência e emergência, continuarão a ser executados normalmente.

Resultado
A manifestação teve início devido à alta do preço do diesel, e rapidamente teve apoio de diversos setores. Em três dias, a população passou a sentir os reflexos dos protestos. Por isso, as conquistas que possam ser alcançadas não poderão ser só em detrimento da categoria.



Veja tudo sobre: greve dos caminhoneiros, economia, ponte de laguna, saúde
 


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