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04/01/2018, 06:00

Após altas seguidas, preço da gasolina tem queda


 
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Depois de uma alta brusca no preço da gasolina – que no final do ano estava em média R$ 4,09 o litro nos postos de Tubarão e logo nos primeiros dias de 2018 foi para R$ 4,19 o litro -, o valor deve cair a partir de hoje, chegando a uma média de R$ 3,99.

Ontem, alguns postos da cidade já comercializavam à tarde o combustível a R$ 3,99. Esta queda se deve, a princípio, à redução de 0,1% no preço da gasolina comercializada nas refinarias, que aconteceu ontem mesmo, e de -1,4% hoje, de acordo com informação divulgada pela Petrobras.

Esta foi a primeira variação de preço dos dois combustíveis em 2018. A última oscilação ocorreu no sábado (30 de dezembro), quando a gasolina aumentou 1,9%.

As variações de preço fazem parte do modelo de reajustes frequentes praticados pela Petrobras, “em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional”, segundo a estatal.

“Analisamos nossa participação no mercado interno e avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, acrescenta a empresa.

O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustível.

Variação de preços

Nos dias que antecederam o Ano Novo, a gasolina teve seu valor aumentado duas vezes nas refinarias. No dia 29 de dezembro, teve alta de 1,7% e, no dia 30, mais 1,9%. Agora, nos primeiros dias de 2018, a gasolina teve redução de 0,1%, ontem, e uma outra redução, de R$ 1,4%, hoje.


Alterações diárias vêm desde julho

A mudança na política de preços dos combustíveis passou a ser adotada pela Petrobras no início de julho do ano passado, nas refinarias. Desde então, os preços da gasolina e do diesel estão sendo alterados, às vezes, de um dia para o outro.

A estatal afirma que a ideia é repassar com maior frequência as flutuações do câmbio, do petróleo e, com isso, permitir “maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo”, dando condições de competir “de maneira mais ágil e eficiente”.



Veja tudo sobre: combustível, economia
 


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