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15/10/2016, 06:00

Combustível: redução deve ser mínima


 
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Créditos: Marcelo Becker/DS

A partir do primeiro minuto deste sábado, os preços da gasolina e do diesel estarão 3,2% e 2,7%, respectivamente, mais baratos na porta das refinarias de todo o país. A decisão foi anunciada sexta-feira pela Petrobras, que mudou a política de preços para os derivados que vigorava há cerca de uma década.

Mas quem espera uma grande redução dos preços nas bombas pode conter a euforia. Com a diminuição, nos postos de gasolina o diesel deverá cair em média 1,8%, e a gasolina, 1,4%, em ambos os casos uma queda de 5 centavos por litro. “Para chegar a esta previsão de diminuição, será preciso renovar os estoques das distribuidoras com o novo preço e depois dos postos. Este novo valor deve ser aplicado na região em uma semana”, antecipa o presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis de Tubarão, Maykon Schuelter.

O valor pode ainda correr o risco de nem baixar. “Este R$ 0,05 pode talvez nem chegar ao consumidor. O álcool está em elevação. Caso aumente mais, o valor nem será sentido nas bombas. Pode haver distribuidores que nem repassem. Isso são possibilidades. Mas a redução será mínima”, explica Maykon.

A nova política da Petrobras, que também passará a vigorar a partir de sábado, terá como base os preços de commodities praticados no mercado internacional e avaliações mensais para reajustes ou não dos preços dos combustíveis para cima ou para baixo, dependendo da oscilação do preço dos produtos no mercado global. Em nota, a Petrobras diz: “Como o valor desses combustíveis acompanhará a tendência do mercado internacional, poderá haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias a cada mês”.

Para pôr em prática essa nova política, a Petrobras criou o Grupo Executivo de Mercado e Preços, que, já em sua primeira reunião, decidiu pela redução anunciada. Segundo a assessoria da Petrobras, essa é a primeira vez que a redução de preços dos derivados ocorre desde junho de 2009, quando o diesel caiu 15% e a gasolina, 4,5%.



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