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07/11/2015, 06:00

Delegado da Lava Jato avalia operação


Guilherme Simon 
redacao@diariodosul.com.br
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Créditos: Guilherme Simon/DS

O delegado da Polícia Federal Eduardo Mauat da Silva, um dos integrantes da Operação Lava Jato, ministrou palestra no Espaço Integrado de Artes da Unisul, em Tubarão, na sexta-feira. Antes do evento, falou com a imprensa sobre a atuação nas investigações, fez uma breve análise dos reflexos da Lava Jato na sociedade e elencou algumas propostas para combater a corrupção no país.

Segundo o delegado, a legislação brasileira dá a políticos privilégios que atrapalham investigações como essa. “Entendemos que as leis penais precisam ser mais rígidas. As medidas cautelares têm que ser mais contundentes. O foro privilegiado, por exemplo, é algo que precisa acabar”, disse Mauat.
Com o foro privilegiado, autoridades políticas como o presidente e o vice-presidente da república, membros do Congresso Nacional e ministros de estado são julgados apenas pelo Superior Tribunal Federal.
Mauat acredita que um dos legados da investigação é expor a relação entre os políticos e o setor privado. “Trabalhamos de forma organizada para trazer a verdade à tona. E conseguimos expor alguns dogmas, como a relação de políticos com empreiteiras”, observou.
A Operação Lava Jato, deflagrada no começo de 2014, é a maior investigação sobre corrupção já feita no Brasil. A partir dela, foi descoberto um esquema de desvio na Petrobras envolvendo políticos de diferentes partidos e as maiores empreiteiras do país.
O delegado também destacou que, além de identificar políticos corruptos e puni-los, ele espera que essa investigação sirva para que as pessoas tenham consciência de como a corrupção pode afetar a vida delas. “A corrupção traz problemas muito mais práticos do que as pessoas podem imaginar. Esperamos que elas se escandalizem e entendam que a Lava Jato não é só nossa, é delas também”, disse.



Veja tudo sobre: delegado, operação lava jato, palestra
 


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