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14/03/2015, 06:00

Protestos ocorrem neste domingo


 
redacao@diariodosul.com.br
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Milhares de pessoas devem ir às ruas das cidades da região e de todo o país neste domingo. Entre os apoiadores há indignados com os escândalos de corrupção, descontentes com o rumo da economia, empresários adeptos da cartilha liberal, defensores do impeachment e até apoiadores de uma intervenção militar.

Na Amurel, as manifestações ocorrerão nas cidades de Tubarão, Laguna, Braço do Norte e Imbituba. A expectativa é de que mais de cinco mil pessoas saiam às ruas.
Na Cidade Azul, a movimentação teve início nas redes sociais e cerca de quatro mil pessoas marcaram presença - o que não garante que todos compareçam. Mas é essa a expectativa dos organizadores do protesto no município. “Estamos ansiosos para o evento e no Facebook já foram quatro mil confirmações. Achamos que pode até ter mais gente, pois muitos vão com familiares”, explica uma das organizadoras, Lívia Pacheco Antônio.
Além disso, ela explica que a manifestação será pacífica e para mostrar indignação com o que ocorre no Brasil. “Queremos acabar com tudo o que está acontecendo em nosso país. Por isso, vamos às ruas com faixas contra a corrupção, contra o governo, contra o apoio à ditadura, entre outras”, acrescenta Lívia.
Em Tubarão, o protesto irá ocorrer em frente ao Museu Willy Zumblick, a partir das 16h. Em Braço do Norte, o ponto de encontro será o palco cultural, na Praça Padre Roer, também às 16h. No evento do Facebook, cerca de 231 pessoas disseram que irão comparecer.
Já na Cidade Juliana, a comissão da mobilização marcou a concentração para a frente do Mercado Público, às 16h. Haverá um trio elétrico. De lá, os manifestantes seguirão até o Monumento do Tratado de Tordesilhas.
Todos os organizadores ainda ressaltam que “não serão aceitas bandeiras de partidos políticos, black blocs, mascarados e/ou qualquer tipo de incitação ou apologia à violência”. 

Manifestantes vão às ruas já na sexta-feira

Uma série de protestos ocorreu nesta sexta-feira (13) por diversas cidades do Brasil. As centrais sindicais encabeçam movimento a favor da Petrobras, da democracia e da reforma política, e contra as medidas de ajuste fiscal que prejudicam os trabalhadores e foram anunciadas pelo governo nos últimos meses.
O ato convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) é uma “resposta antecipada” ao protesto marcado contra o governo federal para o próximo domingo, cuja pauta é o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Apesar de ser uma entidade ligada ao PT, a CUT diz protestar “contra o retrocesso”, em referência aos ajustes fiscais promovidos pelo governo, que têm atingido direitos dos trabalhadores. Os sindicalistas ainda defendem a democracia e a reforma política.

Áudios sobre golpe não têm fundamento

Não tem qualquer fundamento ou seriedade a avalanche de áudios jurando que vem aí um golpe militar no Brasil. Quem garante são oficiais graduados do Exército. Eles ouviram o material divulgado pelo WhatsApp, no qual civis anônimos com sotaque paulista falam que os militares se preparam para tomar as ruas após as manifestações de domingo.
Há também um pseudo sargento carioca, da S2 (Segunda Seção do Exército, o serviço secreto), recomendando aos companheiros de setor que estoquem alimentos e mantenham as famílias em casa “porque a guerra civil vai estourar” e “estrangeiros infiltrados já agem no Brasil”.
Eles ressaltam atos falhos nas gravações, como quando mencionam que a cúpula militar do Rio ordenou aquartelamento (quando só Brasília poderia fazer isso). “É gente se passando por milico”, afiançam.
Os áudios alarmistas falando em golpe foram, inclusive, assunto da reunião semanal do QG do Comando Militar do Sul, realizada nesta sexta-feira. Questionado a respeito, um general disse que é tudo falso e assegurou: não há aquartelamento, não há estado de atenção, as folgas dos fardados continuam mantidas e o expediente será normal no domingo, ou seja, só os oficiais do dia e alguns poucos praças estarão nos quartéis. Como sempre. O Exército, inclusive, expediu nota oficial negando vínculo aos áudios.



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