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16/08/2013, 06:00

Mudanças na gestão da saúde são solicitadas


 
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Litiane klein
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Uma situação precária e muita desorganização. Estas foram as principais conclusões apontadas pela Comissão de Saúde, formada por vereadores do município de Tubarão, e que analisou todos os postos de saúde da cidade em um período de quase 40 dias.
Através de entrevistas com funcionários e usuários, além de visitas presenciais aos postos, a comissão verificou diversos problemas, alguns já bem conhecidos da população. O resultado do trabalho foi apresentado ontem, em sessão da Câmara com a presença do diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Marco Antônio dos Santos.
Segundo o relatório, nenhum dos postos de saúde da cidade possui atendimento médico por 8 horas diárias. Outro problema praticamente universal nas unidades é a insuficiência da cota de exames, que, na avaliação feita pela comissão, teria que ser dobrada, para que a população pudesse ser atendida conforme sua necessidade.
Estes, porém, são apenas os problemas mais generalizados. Entre o que foi encontrado pode-se citar falta de manutenção em equipamentos e na estrutura física, equipamentos insuficientes, não atendimento da demanda de consultas, falta de protocolo para a marcação destas, problemas de limpeza e higiene, falta de material de expediente, de medicamentos e de móveis.
“Em um dos postos visitados, o receituário é cortado em três pedaços, porque o que é fornecido não é suficiente. Fica claro que a gestão das unidades é um problema tão grande que a marcação de consultas é feita de forma diferente em cada uma das unidades”, diz o presidente da comissão, o vereador João Fernandes.
O vereador relatou os problemas encontrados em cada unidade e destacou alguns casos que chamaram a atenção. Um deles ocorre no posto de saúde do Monte Castelo, onde os funcionários fecham as portas e deixam a comunidade sem atendimento nas tardes de terça-feira.
Já no Revoredo, conforme o relatório, um dentista ficou sem atender durante quatro meses por estar com a cadeira quebrada. “Segundo o funcionário, o que era dito pela Fundação é que estava sendo feita uma licitação para aquisição. Mas quatro meses é muito tempo para a comunidade ficar sem atendimento”, aponta.
Com base nos problemas encontrados, os vereadores fizeram diversas solicitações e apontamentos para melhorias no atendimento.

Medidas estão sendo tomadas
O diretor-presidente da Fundação usou a tribuna para dar esclarecimentos sobre a atuação do órgão e as medidas tomadas para melhorar a situação crítica da saúde na Cidade Azul. Marco lembrou que foi médico do Sistema Único de Saúde antes de chegar à Fundação e o fato de conhecer a precaridade da saúde nas unidades foi um dos motivadores para ter aceitado o cargo.
Segundo o diretor-presidente, a Fundação já realizou uma avaliação nos postos de saúde e há uma comissão formada, que se reúne mensalmente para tentar evoluir em soluções para os problemas. Ele ainda afirmou que até o final do ano – quando os vereadores prometeram fazer uma nova avaliação nas unidades de saúde – a situação deve estar bem diferente.
“Já estamos fazendo diversas aquisições, além de projetos de capacitação nas unidades. O fornecimento de materiais é um problema que será melhorado e, ao oferecer melhor condições, podemos cobrar mais”, sublinhou.
Conforme Marco, a questão do aumento das cotas de exames está sendo debatida com os laboratórios e a informatização, item que deve melhorar os protocolos e a própria gestão nas unidades, é uma das metas da administração.



 


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