18/05/2019, 06:00

Mês certo para casar varia para cada história


Casar por amor, pela junção de convicções, para conquistar sonhos comuns ou construir uma família. Diferente dos últimos cem anos, o casamento já não é mais uma obrigação. E, mesmo com tantas alternativas, desde “juntar as escovas de dentes”, o número de cerimônias religiosas, civis ou celebrações continua em constante crescimento.

“Todos os velhos argumentos para o casamento estão em desuso, e o que predomina é a verdadeira razão para casar, o amor. Felizmente, as pessoas podem realizar este sonho diante da essência real do casamento, o que torna a decisão de comemorar ainda mais relevante”, explica a cerimonialista da Plantão Eventos Vanessa Mendes.

O planejamento de momentos como esse inicia até dois anos antes, e conta com o apoio de empresas especializadas, como a Plantão Eventos, que norteiam o casal sobre as novidades no setor, os melhores orçamentos, agilizam as negociações e controlam o investimento, sem sustos depois do grande dia. Também é possível organizar e garantir que tudo saia como o sonhado em menos tempo. E é aí que o suporte de especialistas no ramo de eventos faz a diferença.

A tradição do casamento carrega ainda outros costumes, que aos poucos são desmistificados. O mês de maio, por exemplo, foi considerado, por muitos anos, o mês das noivas. Mas, na prática, outros períodos estão entre os mais procurados.

“Com a proposta de personalizar cada evento, buscando a essência e a história do casal, o mês do evento deixou de ser um fator determinante. A ideia é sempre proporcionar um momento único aos noivos, valorizando tudo o que eles viveram”, conta a cerimonialista.

 

Tradição de maio

Uma das histórias sobre a tradição dos casamentos no mês de maio veio da Europa, pois é neste mês que começa a primavera por lá, considerada a estação mais romântica, seguida de um inverno rigoroso e temperaturas baixíssimas. Por lá, os casamentos comemoram, além da união, o fim da estação mais fria, e aproveitam os lindíssimos cenários proporcionados pela natureza. No Brasil, além da forte influência do exterior, coincide com a comemoração do Dia das Mães e o início dos dias mais frescos, durante o outono.

 

Reencontros, destino e duas irmãs que se casam no mesmo dia para celebrar o amor

Com o objetivo de estudar no exterior e se tornar cidadã americana, a tubaronense Patrícia Bonetti de Carvalho Mendes seguiu para o Colorado, nos Estados Unidos. Meses depois, o tubaronense Filipe Geraldi Mendes chegou ao mesmo destino. Com amigos em comum, eles se conheceram e passaram a se relacionar.

Moraram em outros lugares juntos, namoraram a distância, e, em 2006, o relacionamento chegou ao fim. Sem o apoio das tecnologias disponíveis hoje, eles perderam o contato. Oito anos depois, eles se reencontraram, e três meses depois, noivaram, ela engravidou, e, em abril do ano seguinte, celebraram a união.

A celebração deste casamento agregou a história da irmã de Patrícia, Juliana Bonetti de Carvalho, e Antônio Manuel da Silveira Júnior. “Como estava demorando muito para uma de nós duas casar, brincávamos que um dia casaríamos juntas. A ironia é que tudo conspirou para que isso acontecesse”, completa.

Patrícia, grávida, e a irmã, Juliana, com um bebê recém-nascido. A mãe das noivas tomou a frente da organização e começou a trabalhar para o grande dia. “O casamento dessas clientes foi um marco na trajetória de quase 15 anos da Plantão. Cada projeto é único e sempre planejado respeitando as singularidades dos noivos. Em especial, neste casamento, com cerimônia e recepção no mesmo local, o desafio era ainda maior, porque era necessário manter a sinergia dos convidados para os momentos distintos do casamento. Então, a entrada do pai ao centro, de braço com as filhas, foi o ápice da noite”, lembra Vanessa Mendes.



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