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GERVÁZIO PLÁCIDO




Sexta-feira, 14/06/2019, às 06:00

IB é discutida a partir da cidade portuária

Imbituba tem um compromisso com o desenvolvimento regional, no dia 25 de junho, terça-feira. A Associação Empresarial de Imbituba – Acim promove a mesa-redonda Imbituba do Futuro, às 19h, no Praia Eventos. O objetivo é discutir como toda a cadeia produtiva da região Sul de Santa Catarina pode ser impulsionada a partir da cidade portuária. A participação é gratuita e aberta ao público. Está previsto um espaço de 1h para debate com a plateia e, ao final, será servido um coquetel. Para Adilson Silvestre, presidente da Acim, Imbituba precisa tomar sua posição como importante vetor de negócios para o Sul. “A associação empresarial tem a missão de reunir os empresários e fomentar o desenvolvimento sustentável. Para isso, é necessário debater junto à comunidade local e regional sobre as possibilidades de investimento que serão estratégicas para a sustentação da economia a longo prazo, afinal o porto é nossa principal cadeia econômica. Especialmente nesta época do ano, amargamos com o desemprego, hotéis e restaurantes fecham e o comércio depende da circulação do dinheiro escasso. Ou seja, a cidade tem potenciais de geração de emprego e renda que estão ociosos, e precisamos de uma sinergia para mudar esta realidade”, destaca.

Participantes
Foram convidados para participar da mesa-redonda Adilson Silvestre, presidente da Acim; Rosenvaldo Júnior, prefeito de Imbituba; Jonny Zolauf, presidente da Facisc; Mário Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc; Moacir Dagostim, presidente da Acic – Criciúma; Edson Martins Antônio, presidente da Acit – Tubarão; Cláudio Zoch, procurador do Estado de Santa Catarina; Roberto Luiz Rodrigues, presidente da Câmara de Vereadores; e Gean Fermino, consultor e representante da Unisul, além de outros gestores e empresários que já confirmaram presença para participar do debate. Fonte: Emanuele Querino Alves de Aviz.

Avião rosca do porto
Em de abril de 2019, a SCPar Porto de Imbituba abriu licitação para o aluguel de um helicóptero para o monitoramento aéreo das baleias francas pelo prazo de vigência de um ano, de acordo com o termo de reciprocidade firmado entre a SCPar e o Instituto Chico Mendes, bem como o ofício nº 123/2015-CTB, da Fundação do Meio Ambiente-Fatma (Plano de Controle Ambiental do Porto – Plano de Monitoramento de Cetáceos). Conforme o edital do pregão, a parceria estabelecida entre a SCPar e ICMBio tem como objetivo o apoio da observação e controle da população de baleias francas austral durante sua migração e permanência na costa Sul catarinense, na área de abrangência da APA da Baleia Franca. Até aí, tudo bem, mas fica a dúvida por conta da legalidade do termo de reciprocidade, já que este tipo de locação não é competência e nem pode ser exigência de Ongs, uma vez que o Porto, por força de lei, não pode investir em nada fora dos portões, e toda a receita deve ocorrer dentro de seus próprios limites, dizem os entendidos da matéria.

Curiosidade
A título de curiosidade, pessoas interessadas questionam através do face o presidente do porto. É prioritário tamanho gasto de recursos públicos para o projeto baleia franca monitorar baleias via “avião de rosca”? Não será o real objetivo do porto afastar o Instituto Baleia Franca para não prejudicar o tráfego de navios? Será que a administração Ziegler não possui um projeto criativo para incrementar desenvolvimento portuário? Com a resposta, os diretores portuários, e, em caso de dúvida, veja o edital na íntegra: http://www.portodeimbituba.com.br/app/anexos/Edital_PREGAO_PRESENCIAL_011.2019.pdf.