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JOSÉ WARMUTH




 
 

Sexta-feira, 19/07/2019, às 06:00

Uma viagem diferente

Voltamos de Parati, no Rio de Janeiro, onde participamos da Festa Literária Internacional de Parati (Flip), considerada como o mais importante evento literário da América Latina.

A pequena cidade de Parati não tem a infraestrutura necessária para receber o enorme afluxo de escritores e poetas que invadem a urbe, no evento.

O centro histórico não tem rede de esgotos e em muitos bares e restaurantes não é possível usar os toaletes.

Todas as ruas do centro histórico são pavimentadas com o que em Minas Gerais chamam de “pé de moleque”: pedras enormes e redondas, unidas por barro seco. Então, cadeirantes e longevos não podem visitar e curtir as belas edificações que datam do século XVIII.

Cogitou-se em colocar passarelas em madeira, mas o Iphan não autorizou, embora elas fossem apenas sobrepostas e removíveis.

Comenta-se que tais deficiências serão superadas agora que a cidade ganhou a condição de patrimônio da humanidade pela Unesco.

Mesmo assim, visitar Parati é imperdível. Nós nos sentimos como se estivéssemos no século XVIII.

A culinária é saborosa. Cocadas e cuscús são ótimos. Suas aguardentes, famosas, como a cachaça Gabriela (nome de nossa querida neta).

Embora o nome da cidade possa sugerir que seja por causa das suas cachaças, na realidade refere-se ao parati, um peixe que tem seu habitat na baía.

Há várias escolhas de passeios em terra e no mar onde barcos, desde pequenas lanchas até escunas, onde se almoça à bordo, percorrem a baía, com paradas em ilhas paradisíacas, onde se pode nadar e mergulhar para conhecer a fauna marinha.




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