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JOSÉ WARMUTH




 
 

Sexta-feira, 12/04/2019, às 06:00

O canal do Panamá

Pela segunda vez, estivemos no Panamá, onde tivemos a oportunidade de molhar os pés em dois oceanos no mesmo dia: no Atlântico e no Pacífico! Como isto foi possível? Foi porque a Cidade do Panamá, no Pacífico, dista 80 quilômetros de Colón, no Atlântico. Estivemos nas duas. No Canal, navegamos apenas em um trecho no qual se passa por uma eclusa. Por que tais comportas? Porque parte da rota do canal é feita ao longo do lago Gatún, cujo nível está acima dos dois oceanos. Dentro delas, os navios sobem quando vão entrar no lago, e descem quando vão dele sair.

Até 2016, as eclusas eram estreitas e não permitiam a passagem dos enormes transatlânticos modernos.

Um curioso sistema grassava até então: a carga de um navio, em um dos portos, era transferida para um trem cargueiro, que a levava até o outro porto, onde outro navio a recebia. Saía mais em conta e mais rápido que a circum-navegação pelo Estreito de Magalhães, que no Sul do planeta separa os dois oceanos.

Essa ferrovia perdeu sua carga cativa quando da conclusão do que lá chamam “expansão do canal”, que foi a construção de novas eclusas mais largas, desassoreamento e alargamento do canal, o que permitiu a passagem de tais “arcas”.




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