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MAURO PAES CORRÊA




 
 

Sábado, 08/06/2019, às 06:00

Solidariedade online

A ideia de reunir pessoas em torno de uma causa motivou o surgimento do crowfounding, ou seja, uma plataforma de financiamento coletivo. Para os internautas brasileiros, é comum ouvirmos o termo “vaquinha online”. Obviamente, não deixa de ser uma contribuição de várias pessoas para um certo ideal.

Bons exemplos não faltam por aí. A campanha pela Lívia, por exemplo, motivou pessoas do Brasil todo. Outras campanhas visam pedir colaboração para algum projeto tecnológico, desenvolvimento de produtos ou algo relacionado à arte e cultura (filmes e livros).
Independentemente do segmento que o financiamento coletivo atua, há alguns critérios básicos que precisam ser analisados, antes de você efetivamente realizar sua contribuição, tais como:

-Conhecer a realidade da campanha ou pessoa;

-É uma ideia viável?

-Há transparência em todo o processo?

As ferramentas de captação destes recursos, feitas principalmente via sites especializados no crowfounding, por via de regra, exibem o máximo de informações possíveis a respeito da campanha. Dados sobre a pessoa ou empresa que busca captar os recursos são exigidos e há, em algumas delas, até mesmo o registro de doadores. Algumas plataformas permitem registrar a doação e manter-se anônimo.

Graças a estas plataformas digitais, milhares de pessoas conseguem ter uma melhor qualidade de vida. Não apenas a pequena Lívia, que nos alegra com tantos progressos, mas centenas de outras pessoas conseguem motivar apoiadores para uma melhor qualidade de vida. Uma cadeirante, que luta para conseguir uma cadeira de rodas mais leve e assim ser mais independente, um portador de uma doença crônica, um artista nato que encontra no financiamento coletivo a chance de expor sua obra. Enfim, ajudar o próximo, nos dias de hoje, deveria ser regra e não exceção.

 

Enquanto isso...
Na sala de Justiça, o ministro teve o seu smartphone invadido. Mas, como? Perguntam-se milhares de pessoas sobre o acontecido. É justamente esta questão que a Polícia Federal vai ter que responder, e serve de alerta para todos nós. Qualquer pessoa pode ter sua privacidade invadida, mesmo que siga todas as medidas de segurança. Os malfeitores cibernéticos não gostam de dormir no ponto e, cada vez mais, todo cuidado é pouco.




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