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MAURO PAES CORRÊA




 
 

Sábado, 13/04/2019, às 06:00

Públicas e privadas

No quesito smartphones, os chineses estão praticamente se reinventando. Perceberam que deixaram de ser apenas um mero país manufatureiro, que até então cedia sua mão de obra de baixíssimo custo e incentivos fiscais pra lá de irrecusáveis para grandes empresas, como a Apple, Samsung, Motorola e tantos outros players de mercado.

A Xiaomi, fabricante de smartphones com raízes chinesas, é a prova de que os chineses querem ir muito além no mercado internacional. Com o lançamento do Xiaomi Mi 9, com câmera tripla de até 48 megapixels, capacidade de armazenamento de até 128GB e chipset da linha SnapDragon, o smartphone de olhinhos puxados promete (e muito).

A marca, que tentou entrar no mercado brasileiro, não teve muito êxito em sua primeira tentativa. Há uma perspectiva muito grande de que a Xiaomi reingresse no nosso mercado e consiga uma boa fatia de consumidores, como a Blu, que entrega bons aparelhos, com preços pra lá de justos.

Mesmo que oficialmente ainda não tenhamos o último lançamento da Xiaomi, o MI 9, considerado por muitos um dos melhores smartphones do mundo, em quase todos os quesitos, como qualidade de materiais, processador de altíssima velocidade, excelente capacidade de armazenamento e uma boa vida útil, é possível importar este aparelho por preços a partir de R$ 2.399,00.

Parece caro? Nem tanto, por dois fatores: a crítica especializada praticamente se curvou à excelência do aparelho, e o preço é, no mínimo, 30% menor que seus concorrentes diretos, como o iPhone e o Galaxy. Cabe lembrar: o aparelho não é visado por bandidos.

Neste momento, se eu pudesse apostar todas as fichas, a Xiaomi descobriria, finalmente, que o mercado brasileiro é um negócio da China.


Einstein: o gênio dos buracos negros

O dia 10 de abril é considerado um marco científico para a tecnologia. A jovem e talentosa Katie Bouman, de apenas 29 anos e líder do projeto que criou o algoritmo de inteligência artificial que foi abastecido com quatro milhões de gigabytes de dados, não conseguia acreditar na imagem que se formava na tela de seu computador.

Surgia, aos poucos, a imagem perfeita de um buraco negro, captada por uma rede de telescópios, formando, de forma virtual, um supertelescópio gigante. Afinal, o buraco negro está distante “apenas” 55 milhões de anos-luz da Terra.

Einstein, por ser o pai da Teoria da Relatividade, contemplava a ideia de que no universo há buracos negros com tamanha força, que conseguem sugar tudo à sua volta, e, inclusive, distorcer a dimensão de espaço e tempo. O brinde não deve ser celebrado apenas a Einstein: o fabuloso físico Schwarzschild, em 1916 , defendia as mesmas certezas de Einstein.

Num futuro próximo, com propulsores espaciais que consigam atingir a velocidade da luz, não seria surpresa a humanidade finalmente descobrir o que acontece com um objeto ao aproximar-se de um buraco negro, um dos fenômenos mais intrigantes do universo...




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