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MICHELINE ZIM




 
 

Quinta-feira, 14/03/2019, às 00:00

Ensinamentos

“Que o “Mestre dos Mestres” lhe ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria.
Que o “Mestre da Sensibilidade” lhe ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.
Que o “Mestre da Vida” lhe ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difíceis da sua história.
Que o “Mestre do Amor” lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência.
Que o “Mestre Inesquecível” lhe ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança.
Não somos perfeitos. Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão.
Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana. Não tenha medo.
Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer.
Espere-o”.

Cidade fantasma...
Sou daquelas que ama a cidade onde nasceu e mora. Amo Tubarão, defendo com unhas e dentes e me orgulho de ser tubaronense. Mas por amar tanto a nossa cidade é que também vejo nela alguns pontos em que é preciso mudar, melhorar, se aprimorar. Passamos mais um Réveillon onde o que se viu foi uma cidade praticamente fantasma. Ruas vazias, comércio e bancos fechados, opções zero de lazer. E foi assim até o final da temporada, principalmente aos finais de semana. Mas será que uma cidade como Tubarão, que cresceu, que tem mais de cem mil habitantes, precisa se transformar em uma cidade fantasma no Réveillon e durante os finais de semana na temporada de verão?

Cidade fantasma 2
Acredito que não é pelo fato de termos praias como Laguna e Jaguaruna tão próximas que precisamos nos anular por completo e deixar que tudo aconteça por lá “porque nesta época todo mundo vai para as praias”. Não acho que seja assim. Não é possível que os mais de cem mil habitantes se mudem de mala e cuia para as praias e Tubarão fique uma cidade vazia. Fica vazia porque não há opções de lazer, ou até mesmo de compras nesta época. Não estou, com isso, querendo que as pessoas se sacrifiquem trabalhando quando desejam tanto descansar e curtir. Mas nada que uma organização bem feita não dê conta de tudo isso. É uma questão cultural, de acostumar mesmo. Indo aos poucos, e logo a cidade vai crescer ainda mais, inclusive na temporada de verão.

Cidade fantasma 3
Mais uma vez, quase tudo ficou fechado na virada do ano. Por que não unir o Poder Público e comércio, por exemplo, para realizar uma bela festa de Réveillon? Tenho certeza de que muita gente iria aproveitar bastante, e, como uma coisa puxa a outra, até mesmo aquelas pessoas que acabam saindo da cidade em busca de opções ficariam por aqui. E, digo mais: isso iria acabar atraindo turistas para cá também. Todos ganhariam com isso. Há, agora, mais um ano inteirinho para pensar nisso, se organizar, analisar opções e parcerias. Fica aqui a sugestão.

Troco solidário
Praticamente todos os supermercados hoje trabalham com o sistema de troco solidário, que é uma sugestão para os clientes deixarem as moedinhas que sobram do troco para depois serem doadas a instituições que realizam trabalhos dos mais bacanas sempre. Em nenhum momento a doação é imposta, e muitas vezes nem mesmo é sugerida, ficando a cargo do cliente querer doar ou não. Mas já vi algumas pessoas fazendo brigas homéricas exigindo menos de cinco centavos de troco (mesmo que nem existam mais moedas de um centavo), e não aceitando arredondar o valor para ser doado. Bem se vê que solidariedade não é pra todo mundo. Infelizmente. Ainda bem que tem gente do bem que sempre faz com que a campanha dê certo e as entidades sejam beneficiadas merecidamente. 

Para o dia de hoje...
“Todo homem é útil à humanidade pelo simples fato de existir”. Jean-Jacques Rousseau




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