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Política

MILTON ALVES




 
 

Sexta-feira, 12/07/2019, às 06:00

Acesso ao Sangãozinho

Contratada em caráter emergencial pelo Dnit-SC, a empresa Setep iniciou ontem os serviços de restauração na cabeceira da ponte sobre o rio Sangão, na marginal da BR-101, próximo ao elevado de acesso à rodovia que leva ao Centro da cidade e ao Aeroporto Regional Humberto Ghizzo Bortoluzzi. O rompimento se deu por ocasião das fortes chuvas na última semana de maio, quando aconteceu, inclusive, a interrupção do tráfego na pista central da BR-101 em virtude do rompimento também da cabeceira de umas das pontes principais. Na ocasião, em menos de quatro dias, o Dnit solucionou o problema da pista duplicada, mas acabou deixando para trás o da marginal da rodovia. 

O mais emergente primeiro
A rigor, esse acesso pela marginal nem faz tanta falta ao anel viário que atende a ligação Centro/aeroporto, pois quem trafega por ela tem outras opções para adentrar na BR-101. O grande problema é que acabou isolando os moradores da comunidade de Sangãozinho, que usam a marginal para ir ao Centro da cidade. Desde então, eles têm que fazer um contorno de vários quilômetros para chegar novamente no elevado principal que dá acesso a Sangão. Diante disso, foi que os vereadores do município, encabeçados pelo tucano Alécio João Goulart, fizeram um grande movimento para que a obra, agora iniciada, fosse executada.  

Escolas militares 
O Ministério da Educação lançou uma carta-compromisso para melhorar a educação básica do país, e, entre as metas previstas, está a ampliação das escolas cívico-militares, promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O MEC pretende criar 108 unidades, 27 por ano até 2023, em regiões consideradas mais carentes. A carta-compromisso foi feita em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação e a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O texto traz sete eixos estruturantes, que passam por creches, mudanças no ensino médio e formação de docentes. Tomara que dê certo.

A reforma 
  Não vou falar muito sobre a Reforma da Previdência porque estou fechando a coluna sem que ainda tudo tenha sido resolvido e, quando se trata de decisões políticas sobre assuntos polêmicos e divergentes, a gente nunca sabe qual poderá ser o resultado. Pelo menos em se tratando de Brasil. Ademais, a coisa é tão embrulhada que existe até a possibilidade dos deputados trabalharem hoje o dia todo e, se preciso for, até mesmo amanhã. Só por aí já dá para ver que a bala não é doce e que o buraco é mais embaixo. Deputado federal trabalhar na sexta e sábado. Já viram disso?  

Os túmulos vazios do Vaticano
Se já havia um mistério, agora existe um outro, e ainda maior. O Vaticano abriu ontem duas sepulturas de princesas mortas no século 19 em busca da suposta ossada de Emanuela Orlandi, filha de 15 anos de um funcionário da Santa Sé, que sumiu em 1983 quando ia para uma aula de música. As covas do pequeno Cemitério Teutônico, na cidade do Vaticano, foram abertas a pedido da família, após ter recebido uma carta anônima dando conta de que o corpo da adolescente poderia estar lá.

Cadê as princesas?
A ideia era testar o DNA dos ossos que pudessem ser encontrados. O grande problema é que nenhuma ossada foi achada. O sumiço da adolescente, que era um dos mistérios modernos mais longevos da sede da Igreja Católica, agora abre espaço para outro: o desaparecimento das princesas. O Vaticano ainda não se manifestou, se limitando apenas a confirmar que os especialistas indicados pela Santa Sé realmente não encontraram nenhum vestígio de ossos nos túmulos.




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