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MILTON ALVES




 
 

Quarta-feira, 03/07/2019, às 05:00

Mais R$ 3 milhões

Acredite se quiser. Prefeitura de Tubarão foi citada pelo Tribunal de Justiça a acrescentar aos precatórios, que devem ser pagos em data próxima, um valor aproximado a R$ 3 milhões, que serão distribuídos a oito funcionários graduados, a maioria aposentado, que impetraram ações contra o município em tempos passados, embasados naqueles famosos “penduricalhos” que todos nós sabemos como surgiram. Tudo gente graúda e que adora criticar os atuais gestores. É R$ 300 mil para um; R$ 250 para outro, e por aí vai. Coitado do prefeito de plantão.

Sem dinheiro
Tenho comigo que nesse, ainda conturbado, governo de Jair Bolsonaro um dos ministérios que se destaca é o da infraestrutura, comandado pelo servidor de carreira do Dnit, Tarcisio Gomes de Freitas. Pois a pergunta que faço é a seguinte: será que Tarcisio, que tem sido um ministro atuante, determinado, cheio de ideias, e que apesar dos poucos recursos disponíveis para grandes investimentos não mede esforços em buscar soluções no sentido de resolver problemas crônicos do transporte brasileiro, sabe que aqui no Sul de Santa Catarina tem uma comunidade ainda ilhada, porque o Dnit local alega que não tem dinheiro para aterrar a barranca de uma ponte, que serve para a passagem numa marginal da BR-101?

A comunidade de Sangãozinho
Trata-se da barranca na cabeceira da ponte sobre o rio Sangão, na marginal da BR-101, que, por ter sido arrastada pelas águas do fim de maio, está fazendo com que os moradores da comunidade de Sangãozinho tenham que percorrer um percurso de quase dez quilômetros para ir e vir ao trevo de acesso ao Centro da cidade. Cá pra nós, se não tem dinheiro nem para aterrar uma cabeceira de ponte, de que adianta o ministro se esforçar tanto para resolver os problemas de transporte no país? Isso é um absurdo.

Na era da robótica  
Repassar o conhecimento. Esse é o papel fundamental que a equipe de Robótica Tubarões do IFSC de Tubarão, comandada pelo professor Thiago Waltrik, cumpriu essa semana ao receber em seu laboratório no prédio do instituto um grupo de alunos da Escola Técnica de Comércio de Tubarão, aos quais foi ministrada uma oficina utilizando um kit Lego EV3 com programação de um tablet. A ideia, segundo o próprio professor, é incentivar os jovens a conhecerem e partirem para a área de robótica, mostrando a grande demanda de mercado que o setor já tem e ainda terá como profissão do futuro.

Expandindo as revendas
Aos poucos, a Apae e a empresa paulista contratada pera gerenciar o estacionamento rotativo de Tubarão vão colocando o sistema nos eixos. Na última planilha trazida à público, já aparecem 43 pontos de venda fixos dos tickets de estacionamento, o que aos poucos vai tirando das costas dos monitores a exclusiva responsabilidade de estarem, a todo momento, em todos os locais da área de cobertura à qual foram designados.

Vigiando e regularizando
A proposta é fazer com que, em certo momento, todo o sistema esteja tão encaixado que caberá aos monitores o papel principal de fiscalizar quais os veículos estão em dia com o pagamento e, eventualmente, atenderem os casos de regularização após a notificação. Também servirão para atenderem os motoristas quando esses chegarem para estacionar. Mas, se a maioria dos condutores tiver um posto de venda de tickets próximo, não precisará esperar pelos monitores.

Centro e bairros
Os postos fixos para venda de tickets estão espalhados por vários estabelecimentos comerciais do Centro, margem esquerda, Vila Moema, Oficinas e até mesmo em algumas empresas que estão distantes das áreas reservadas ao rotativo, mas que, no sentido de colaborar e até mesmo por uma questão de logística – pois quem passa por elas pode ter interesse em adquirir –, resolveram também entrar na lista dos que oferecem o serviço. Nesse caso, dá para citar: Prolincon Vigilância, Ford Florisa, RF Sul Caminhões, Apae e Ferrovia Tereza Cristina.




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