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Política

MILTON ALVES




 
 

Segunda-feira, 18/02/2019, às 06:00

Imprensa invertida

Não dá pra entender bem o que pretende a nossa chamada “grande mídia”. Por quase duas décadas, vimos, ouvimos ou lemos críticas sobre comportamentos complacentes de governantes com seus ministros ou secretários, que, mesmo acusados ou denunciados por irregularidades, eram mantidos em seus cargos, num apadrinhamento que todos os canais de comunicação taxavam de vergonhoso. Agora, entretanto, no caso que envolve o presidente Jair Bolsonaro e seu já anunciado ‘exonerado ministro’ da secretaria especial, Gustavo Bebianno, essa mesma grande mídia inverte as posições e trata o assunto como se fosse mais um disparate do presidente.

Perdeu a confiança
Não vou entrar aqui no mérito sobre as nuances políticas que levaram a essa posição de Bolsonaro e, muito menos, o formato usado para executá-la. Se o presidente fez uma bobagem que lhe custará caro no futuro da administração, o tempo dirá. O que não consigo compreender é o fato de a grande mídia desconsiderar que recai sobre Gustavo Bebianno e também sobre o atual presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, a forte acusação de terem usado a sigla para o desvio de recursos públicos, com a indicação de candidatos “laranjas” no último pleito. Defender políticos desta estirpe só porque não gostam do presidente é uma desonestidade moral sem precedentes. Infelizmente, a mídia brasileira sucumbiu à falta de vergonha.

A rua Coronel Collaço 
Estava retornando ontem à tarde do interior e passei pela rua Coronel Collaço, no trecho entre o entroncamento com as pontes geminadas e a avenida Marcolino Martins Cabral, trecho que ficou fechado durante quatro dias para a execução de obras de saneamento e a restauração do sistema de drenagem fluvial. Quando passei, já estava praticamente intransitável, mas é preciso reconhecer que não cabe nenhuma culpa aos responsáveis pela obra. Com as chuvas que caíram sobre a cidade entre sábado e ontem, e com os carros transitando sobre o material colocado nas valas abertas, era natural que ficasse como ficou. Ou vamos enfrentar isso com paciência ou a rua terá que ser fechada para aguardar o tempo firmar.   

Amurel e sua nova diretoria
A partir das 9h desta segunda-feira, em Assembleia Geral Ordinária na própria sede da entidade, na rua Rio Branco, Vila Moema, em Tubarão, serão eleitos oficialmente os membros do Conselho de Administração, os titulares e suplentes do Conselho Fiscal, bem como os representantes da Amurel junto à Federação Catarinense dos Municípios – Fecam. Na pauta, também estão a prestação de contas anuais do exercício de 2018 e a apresentação de um caso de boa prática sobre regulação da Saúde, como também a discussão sobre assuntos diversos.

Reunião paralela
Paralelamente à Ordinária da Amurel acontece ainda a Assembleia Geral do Consórcio Intermunicipal de Saúde – CIS/Amurel, tendo na pauta a discussão de matérias importantes, como: a aprovação da ata da assembleia anterior; a apreciação e aprovação dos registros contábeis anuais referentes ao ano de 2018, e a aprovação do relatório anual de atividades do exercício anterior, bem como a renovação dos credenciamentos. Hoje, sem dúvida, será uma segunda-feira movimentada para os prefeitos da microrregião da Laguna, em evento que acontecerá em Tubarão, por estar instalada aqui a sede da entidade. 

Todos contra o crime
O presidente Jair Bolsonaro confirmou neste final de semana, através de uma publicação no Twitter, que o projeto de lei anticrime elaborado pelo ministro Sérgio Moro será mesmo apresentado ao Congresso Nacional amanhã, terça-feira. Conforme a publicação do presidente, o projeto visa endurecer as penas contra assassinos, líderes de gangues e corruptos, com o texto propondo medidas duras contra atos de corrupção, crimes violentos e crime organizado.

As ideias de Moro
Para Moro, esses problemas que caminham juntos e possuem um elo de ligação, portanto, precisam ser combatidos. “Na nossa concepção, o crime organizado é que alimenta a corrupção e a violência. Boa parte dos homicídios estão relacionados, por exemplo, a disputa de tráfico de drogas, ou a dívida de drogas. E, pelo lado da corrupção, esvaziam os recursos públicos necessários para implementar políticas de segurança efetivas”, afirmou o ministro.




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