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PEDRO HERMÍNIO




 
 

Quarta-feira, 13/06/2018, às 06:00

A opção pelo trabalho temporário

O desemprego no Brasil será um dos pilares de campanha dos candidatos a presidente. Beirando a casa dos 13 milhões de brasileiros que procuram uma opção de trabalho para receberem uma remuneração digna, o trabalho temporário tem sido uma das alternativas para minimizar o excedente em busca das poucas vagas para preenchimento. Aqui não se faz referência aos critérios e às razões de suas existências. Simplesmente se está tratando de uma realidade que afeta milhares de famílias brasileiras. E que, para muitas, restou a opção pelo trabalho temporário, denominado muitas vezes de ‘bico’.
Na Austrália, segundo uma matéria da Revista Você SA deste mês, por falta de opção de trabalho, 1,1 milhão é obrigado a exercer atividades somente por meio período. A fonte é do Conselho dos Sindicatos Australianos, sendo o salário mínimo de US$ 2.780, algo em torno de R$ 7.842. Pelas informações, 40% dos trabalhadores são freelancers, temporários ou terceirizados. Segundo a reportagem, isso fez crescer a taxa de insegurança entre os 37 países que compõem a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Diante da situação, os profissionais cobram do governo uma reforma trabalhista.

Mais flexibilidade
Enquanto isso, em algumas organizações há flexibilidade para o exercício das atividades. Na Embraer, por exemplo, os 300 funcionários do escritório administrativo de São Paulo fazem home office duas vezes por semana, e há seis meses têm horários flexíveis. Uma pesquisa do grupo IWG de escritórios corporativos, feita com 18 mil profissionais, de 96 companhias, em 100 países, indica que 70% dos trabalhadores atuam remotamente pelo menos uma vez por semana; 53%, até metade da semana; e 11% todos os dias.
Grau de satisfação 1 Pelo levantamento, a maioria das organizações reconhece que a política de trabalho flexível traz benefícios ao negócio. Outros dados relevantes: aumento da competitividade, em 87%; crescimento do lucro, em 83%; sendo que 82% dos funcionários são mais produtivos; e o percentual de facilidade para atrair e reter talentos chega a 80%.

Esforço compensado
As melhores empresas para se trabalhar e as melhores para se iniciar a carreira estão rindo à toa. Nove em cada dez funcionários afirmam que os benefícios oferecidos atendem bem às suas expectativas. E tem mais: 83% se consideram reconhecidos e valorizados pela companhia; e 78% afirmam que o salário pago é justo. A justificativa é que nessas empresas a política salarial é transparente, há participação nos lucros e os subsídios educacionais estão fora da curva. Os dados são compilados pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

Compre de SC
A greve dos caminhoneiros causou o maior rebuliço na economia brasileira. Não foi diferente por aqui. Diante da crise e com o intuito de fortalecer o mercado catarinense, o governo criou o “Compre de SC”. Claro que não existe fronteira fechada, até pela livre iniciativa de comprar e vender onde melhor lhe prover. Mas vale a deixa bairrista pelo fato de bons produtos e boas marcas aqui serem produzidos.

Refletindo
“E mais uma Copa bate às portas. Lembremos apenas que passados os 30 dias de euforia, independentemente de conquista ou não de título, os nossos compromissos assumidos persistem”. Uma ótima semana!




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